A ameaça vem do céu: Giselli Bianchini esquece a ideologia e chama Lula pela direita

A ameaça vem do céu: Giselli Bianchini esquece a ideologia e chama Lula pela direita

Com a iniciativa de Giselli Bianchini, Brasília e, por extensão lógica, o planeta acabam de ingressar em um novo e revolucionário patamar de segurança institucional e climática. Afinal, não é qualquer parlamentar que, por iniciativa própria, decide alertar o presidente da República sobre a suposta necessidade de instalar para-raios em uma praça do Distrito Federal para “evitar riscos previsíveis à população”, conforme registrado no ofício encaminhado a Lula.

A façanha, revelada pelo portal Maringá News, do jornalista Ângelo Rigon, foi recebida como aquilo que aparenta ser: uma peça de humor involuntário cuidadosamente embalada como ato oficial. A vereadora de Maringá, curiosamente integrante da Comissão de Constituição e Justiça, resolveu expandir seus horizontes. Não apenas os territoriais e federativos, mas também os atmosféricos. Tudo indica que o cargo agora inclui jurisdição nacional, talvez intercontinental e, quem sabe, até climática.

Não se trata de perseguição: há uma condenação judicial, e o mandato não apaga o passado

Com Giselli Bianchini em ação, a direita brasileira pode dormir e até caminhar tranquila. Se não contra crises políticas, ao menos contra raios e trovões. No campo da retórica, a segurança é total.

Se antes a solução defendida pela vereadora envolvia apelos por intervenção militar para impedir a posse de um presidente eleito, o método claramente evoluiu. O enfrentamento às descargas elétricas passou a ocupar o centro do debate político. Uma nova doutrina se impõe. E não seria exagero imaginar que, no próximo capítulo, um ofício seja endereçado a Donald Trump cobrando providências contra furacões ou ao governo chinês exigindo ações imediatas para conter terremotos tudo para defender a direita.

Paraná, o supermercado do mundo: será que, por isso, além de CNHs, a família Ratinho supostamente comprou o silêncio?

Resta agora aguardar o início das sessões da Câmara de Maringá para que, em tom solene e na Tribuna , a vereadora relate que nem mesmo durante o recesso conseguiu parar. Como ela própria já confessou em vídeo anterior, o tempo foi tão escasso que mal sobrou espaço para a vida conjugal. O sacrifício, ao que tudo indica, foi grande. E global.

A favor do indulto

Não é apenas Maringá que depende de Giselli Bianchini. Agora, Brasília também. E, por que não, o mundo inteiro. Tudo isso, claro, em nome do bem-estar, da segurança e da vigilância permanente da direita brasileira, inclusive contra fenômenos naturais fora de sua alçada.

Redação O Diário de Maringá

Redação O Diário de Maringá

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