Maringá vai zerar fila de espera para atendimento de autismo
O atendimento na Clínica de Apoio ao Transtorno do Espectro Autista passará por uma reestruturação estratégica para acolher todas as crianças da fila de espera. A Secretaria de Saúde de Maringá desmentiu, nesta semana, os boatos sobre o fechamento da unidade especializada. A administração municipal reafirmou que as atividades continuam, mas com um novo cronograma de trabalho em conjunto com o Ministério Público. Entre os dias 6 e 30 de abril, a equipe concentrará esforços na classificação clínica de novos pacientes.
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Força-tarefa para inclusão total
A reorganização visa atender 100% das crianças que hoje aguardam por uma vaga no sistema municipal. Durante o mês de abril, profissionais qualificados realizarão a triagem e avaliação dos níveis 1, 2 e 3 de suporte. Este processo técnico é fundamental para garantir que cada diagnóstico receba a intervenção adequada. A prefeitura destaca que a ação não interrompe o fluxo assistencial, mas otimiza a entrada de novos beneficiários no programa de saúde.
Continuidade dos tratamentos vigentes
Os pacientes que já realizam terapias na clínica não sofrerão qualquer pausa em seu desenvolvimento. A gestão municipal transferiu temporariamente esses atendimentos para outros espaços equipados na cidade. Equipes multiprofissionais acompanham essa transição para assegurar a manutenção do Programa de Tratamento Singular de cada criança. Assim que a força-tarefa da fila de espera terminar, o atendimento retornará à sede física da clínica com capacidade renovada.
O compromisso com a neurodiversidade avançou significativamente desde a adoção de novas propostas estratégicas em 2025. O município segue as diretrizes do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico para ampliar políticas de inclusão intelectual. A Secretaria de Saúde orienta que as famílias busquem informações apenas nos canais oficiais para evitar o impacto negativo de notícias falsas. O foco atual permanece na transparência e na garantia de direitos para todas as pessoas com transtornos do neurodesenvolvimento.



