Ratinho Junior e Guto Silva fizeram feio em Rio Bonito do Iguaçu: Apenas uma casa entregue após tornado!

Ratinho Junior e Guto Silva fizeram feio em Rio Bonito do Iguaçu: Apenas uma casa entregue após tornado!


Quem dera Ratinho Junior e Guto Silva fossem tão eficientes na gestão pública quanto são suas equipes de marketing e comunicação

Ratinho Junior e Guto Silva ignoram a urgência na assistência aos desabrigados de Rio Bonito do Iguaçu. Cinco meses após um tornado devastador destruir 90% da infraestrutura urbana, a população ainda espera pelas promessas feitas pelo Palácio Iguaçu. Embora o governador Ratinho Jr. tenha visitado a região com garantias de reconstrução rápida, a realidade das famílias permanece marcada pelo abandono e pela precariedade.

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Recentemente, a entrega de uma única unidade habitacional inacabada serviu como estopim para uma onda de revolta popular. Por essa razão, o deputado estadual Requião Filho, iniciou um pente fino sobre os contratos emergenciais destinados ao município. A falta de progresso nas obras sugere que a gestão de crises do estado falhou em transformar o discurso oficial de Ratinho Junior e Guto silva em ações práticas para os atingidos.



Com foto

O abismo financeiro e as obras paralisadas

O deputado Requião Filho (PDT) protocolou um requerimento que exige explicações detalhadas sobre o contrato de R$ 43,9 milhões. Esse montante, gerido pela Companhia de Habitação do Paraná (COHAPAR), deveria financiar a construção imediata de 320 casas populares. Contudo, o parlamentar denuncia que o custo unitário de cada residência ultrapassa R$ 137 mil, valor que não condiz com a precariedade observada no local.

Ademais, a única casa apresentada pelo governo sequer possui acabamentos básicos, como piso ou conexões fundamentais de água e energia elétrica. Essa discrepância entre o valor empenhado e a execução física levanta sérias suspeitas sobre a eficiência administrativa do estado. Enquanto o orçamento bilionário do Paraná segue seu curso, os moradores de Rio Bonito do Iguaçu enfrentam a chuva e o frio sob tetos improvisados.

Falta de transparência e o impacto social

Além do atraso estrutural, a ausência de apoio psicossocial agrava o sofrimento das vítimas que perderam seus bens e memórias no desastre natural. Em virtude disso, o requerimento de Requião Filho também questiona os critérios de seleção das famílias beneficiadas, que parecem nebulosos para a comunidade local. A Casa Civil agora sofre pressão para detalhar o fluxo financeiro desses recursos, visto que a transparência é o único remédio para a desconfiança generalizada.

Portanto, a paralisia de Ratinho Junior e Guto Silva, que estiveram no local prometendo mundos e fundos, reflete um problema sistêmico de prioridades dentro da gestão estadual. Como resultado direto dessa inércia, a imagem do governador sofre um desgaste profundo no interior, onde a sensação de abandono é palpável. Se o governo não acelerar a entrega das 319 unidades restantes, o grito por justiça social em Rio Bonito do Iguaçu continuará ecoando nos corredores do poder em Curitiba.

TV Diário
Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira Jornalista, apresentador e mestre de cerimônias | MTB 0011341/PR Gilmar Ferreira construiu sua trajetória entre redações, estúdios de televisão, emissoras de rádio e eventos. Sua experiência reúne a apuração jornalística, a apresentação ao vivo e a condução de cerimônias, com atuação no Paraná e em Santa Catarina. Atualmente, é diretor de redação de O Diário de Maringá e atua como mestre de cerimônias em eventos no Paraná e SP. Na televisão, trabalhou como apresentador e âncora na TV Maringá (Band), RIC TV Maringá (Record), Record News (Rede Mercosul) e RTV 10 Maringá. Sua trajetória no rádio inclui passagens, no Paraná, pela Jovem Pan FM, Metropolitana FM, Rede de Rádios, Globo FM, Rádio Colorado AM e Eden FM. Em Santa Catarina, atuou na Rádio Menina FM e na Rádio Globo AM, em Blumenau. Em cada formato, Gilmar leva a experiência de quem conhece a notícia desde a apuração até o momento de comunicá-la ao público.

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