Políca Federal é acionada para investigar se Felipe Barros favoreceu o Grupo Master
O deputado estadual Arilson Chiorato anunciou que protocolou uma notícia de fato na Polícia Federal. Ele também pediu o envio do caso à Procuradoria-Geral da República.
O pedido envolve o deputado federal Felipe Barros, do Paraná, e o Grupo Master.
Segundo Chiorato, a denúncia busca esclarecer se Felipe Barros atuou em favor do grupo empresarial ligado ao Banco Master.
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Pedido foi levado à Polícia Federal
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Arilson Chiorato afirmou que o povo brasileiro precisa de explicações.
Ele disse que acionou a Polícia Federal para apurar a suposta atuação de Felipe Barros em temas ligados ao Grupo Master.
Além disso, o deputado estadual pediu que a Procuradoria-Geral da República acompanhe o caso.
Chiorato cita reportagens sobre o caso
Segundo Arilson, reportagens recentes apontam que Felipe Barros teria agido para ajudar o Grupo Master.
O parlamentar também citou o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.
Para Chiorato, os fatos exigem investigação. Ele quer saber se a atuação do deputado federal respeitou os limites do mandato parlamentar.
Comissão da Câmara entra no questionamento
Arilson Chiorato também mencionou a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.
Segundo ele, a comissão, então presidida por Eduardo Bolsonaro, teria convocado autoridades como o presidente da CVM e representantes do Banco Central.
Na avaliação de Chiorato, a apuração deve verificar se essas convocações serviram para pressionar órgãos federais em favor do Grupo Master.
Deputado cobra explicações públicas
No vídeo, Arilson afirmou que o caso precisa vir a público.
“A gente quer saber se esses passos estão legais, condizentes com a função de deputado federal, se isso favoreceu ou não o Grupo Master e se isso prejudicou o Brasil”, disse.
Chiorato também defendeu que Felipe Barros responda aos questionamentos.
Caso ainda depende de apuração
Até o momento, a denúncia representa um pedido de investigação. Portanto, não significa condenação nem comprovação de crime.
A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República deverão avaliar se existem elementos para abrir procedimento formal.
Espaço para manifestação
O espaço permanece aberto para manifestação do deputado federal Felipe Barros.
Caso o parlamentar, a Polícia Federal, a PGR ou o Grupo Master enviem posicionamento oficial, a reportagem poderá ser atualizada.
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