A administração Pupin/Barros aluga, mas quem paga é o povo.

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Denuncia o jornalista Angelo Rigon que este ano, mesmo sem ter uma estrutura aparente e sem responsável, a Agência Maringaense de Regulação (que existe desde 2012 para cobrar o cumprimento do contrato com a Sanepar) consumiu R$ 31 mil do imposto pago pelo contribuinte, embora no orçamento constassem reservados R$ 426.642,00.
No ano passado, também sem ter atividades, a AMR custou R$ 125.516,04. Em 2914, foram R$ 266.528,47 (R$ 145.348,40 com pessoal).
Apesar de a autarquia não funcionar, a  paga aluguel e condomínio de duas salas no Edifício Atalaia, região central da cidade; do lado fica o Cine Teatro Plaza, que pertence ao município mas está há anos abandonado. via www.maringamanchete.com.br

sara atelei oficial

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