Paulo Vergueiro : a chamada “escola militar” não tem nada de “militarismo

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Tem muito de disciplina, hierarquia, prazos, regras, normas, posturas, ensinamento do que seja uma nação de verdade e reiniciar o processo de brasilidade, não com base no nacionalismo barato, mas consolidando o amor e o respeito a pátria.Todas as escolas dos anos 60 e 70 que estudei em São Paulo, eram consideradas rígidas ao extremo, de exigir asseio no uniforme, material escolar, postura ao falar com um Sr. Professor e acima de tudo cumprir com as obrigações cívicas.Cantávamos os hinos da bandeira, da independência e nacional com absoluto respeito e ficávamos em pé, sempre que alguém, professor ou diretor entrava em sala de aula.Marchávamos pelas ruas de São Paulo, cantando os Hinos da Independência ou do Brasil.Nunca fomos constrangidos, perseguidos, humilhados, menosprezados, desqualificados….A “escola militar” que é tida como ameaça pelos radicais, que endeusaram uma linha de educação baseada em Paulo Freire, gerou analfabetos funcionais, esquerdistas mentecaptos e uma geração cheia de mimimi, tratada com chamburcinho que tem sabor de bifinho e muita nutela. Engraxar os sapatos, arrumar o universo e escrever 300 vezes no caderno…. Coisas como “nunca mais farei isso…” hoje é abuso.

Saudades da minha escola.

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