AHK Paraná é reconhecida com selo ESG

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) pensa, se relaci-ona, colabora e age em prol da Agenda ESG. Foi o que constatou a Impacto+, que atesta empresas que promovem sustentabilidade, ao emitir o selo ESG AHK Para-ná. O selo está totalmente atualizado e em sinergia com a PR 2030 (Prática Reco-mendada) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
A AHK Paraná foi reconhecida, dentre outros fatores, por disseminar conhecimen-to por meio do Grupo de Intercâmbio de Experiências em Meio Ambiente (GIE-MA+SG). As ações garantem o desenvolvimento econômico e social responsável, que é um dos objetivos das organizações que adotam os princípios ESG em suas práticas de sustentabilidade.
A Impacto+ destacou que o GIEMA+SG já impactou mais de 3,5 mil tomadores de decisão compartilhando temas relacionados à sustentabilidade, como economia circular, gestão de riscos, segurança do trabalho, eficiência energética, biodiversi-dade, compliance, saúde mental de colaboradores e créditos de carbono.
“É com grande satisfação, e orgulho também, que recebemos o Selo ESG da parte do Impacto+, organização associada à AHK Paraná e que, em atuação conjunta com a Roadimex Ambiental, também nossa associada, atesta que somos uma en-tidade que fomenta a implementação de práticas ESG por meio de nosso Grupo de Intercâmbio de Experiências em Meio Ambiente+SG”, afirma o gerente da AHK Paraná, Augusto Michells. “Continuaremos honrando nosso compromisso de dis-seminar boas práticas ligadas à economia circular, eficiência energética e biodi-versidade”, completou.
“É com grande satisfação que, na qualidade de coordenadora do GIEMA+SG, re-cebemos o SELO ESG IMPACTO+, o qual é totalmente atualizado com a PR 2030 (Prática Recomendada) da ABNT”, reforçou a conselheira e coordenadora do GIE-MA+SG, Cris Baluta.
Princípios ESG estão em alta em 2023
A AHK Paraná defende que, além de produzir e movimentar a economia, uma or-ganização também é capaz de promover benefícios sociais e ambientais. Esses pilares estarão em alta ao longo de 2023, especialmente após a realização da COP-27, Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, realizada em novembro no Egito.
Mas como uma empresa pode aderir aos princípios ESG e, principalmente, colocá-los em prática? O primeiro passo é garantir o total engajamento dos líderes en-volvidos, pois é por meio das lideranças que serão respaldadas as ações que en-volvem desenvolvimento, acompanhamento e aplicabilidade dos pilares ESG.
A orientação é que as empresas interessadas em aderir aos princípios devem, an-tes de qualquer atitude, criar um comitê interno. O primeiro passo do comitê será disseminar o tema internamente e ir a fundo. A partir dele, a empresa consegue criar indicadores que serão mapeados e monitorados. Essa é a etapa fundamental para quem vai planejar a inserção dos critérios ESG, que mostrarão ao público externo que, além de produzir e movimentar a economia, a organização também promove benefícios sociais e ambientais.
Quais as vantagens do ESG?
Além de melhorar a vida de todos, o ESG também melhora a gestão das empresas. Entre as principais vantagens estão: melhora do desempenho financeiro, aumen-to da confiança de investidores, conquista de novos clientes, fortalecimento da imagem da empresa, satisfação dos colaboradores e redução de custos e desper-dícios.
Origem do termo ESG
A sigla ESG surgiu em 2005 em uma conferência liderada por Kofi Annan, ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas, que resultou em um relatório chamado de “Who Care Wins”, ou, em português, “Quem se importa ganha”. Na época, 20 instituições financeiras de nove países diferentes, incluindo o Brasil, se juntaram à causa. O objetivo foi estabelecer alternativas e encontrar diretrizes e recomendações sobre como inserir questões ambientais, sociais e de governança corporativa na gestão de ativos, serviços de corretagem de títulos e pesquisas referentes ao tema.