Após 4 anos e 4 meses, denúncias de rachadinha contra ex-vice-líder do governo Ratinho Junior seguem sem desfecho público

Após 4 anos e 4 meses, denúncias de rachadinha contra ex-vice-líder do governo Ratinho Junior seguem sem desfecho público

Em 2021, o portal Umuarama News publicou uma série de reportagens com denúncias graves de suposta prática de rachadinha envolvendo o gabinete do deputado estadual Soldado Adriano José. À época, o parlamentar ocupava posição de destaque político, pois já havia exercido a função de vice-líder do governo do governador Ratinho Junior na Assembleia Legislativa do Paraná.

Passados 4 anos e 4 meses desde a publicação das denúncias, o caso segue envolto em silêncio institucional, sem que a sociedade tenha acesso a informações claras e oficiais sobre o andamento ou o desfecho das apurações.

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As matérias publicadas em 2021 apresentaram relatos, documentos e áudios que apontavam para um possível esquema de devolução de parte dos salários de assessores ao gabinete parlamentar, prática conhecida como rachadinha e considerada ilegal quando comprovada. O conteúdo teve forte repercussão regional e ganhou relevância em todo o Paraná justamente por envolver um deputado que integrava a base do governo e exercia função estratégica dentro da estrutura política estadual.

Segundo o que foi divulgado à época, as denúncias teriam sido encaminhadas aos órgãos de controle e investigação, como o Ministério Público, responsáveis por analisar os fatos, instaurar procedimentos e, se fosse o caso, oferecer denúncia à Justiça. Desde então, no entanto, não houve divulgação pública sobre eventual arquivamento, responsabilização ou conclusão das investigações.

O silêncio prolongado em torno do caso levanta questionamentos. Situações dessa gravidade exigem transparência, tanto para garantir o direito de defesa do parlamentar citado quanto para assegurar à população o acesso às informações. Quando denúncias graves envolvendo agentes públicos, especialmente ligados à cúpula do governo, permanecem sem esclarecimentos públicos, cresce a sensação de impunidade e enfraquece-se a confiança nas instituições.

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Relembrar o episódio não significa antecipar julgamentos, mas sim cobrar esclarecimentos. A sociedade paranaense tem o direito de saber se as denúncias foram efetivamente investigadas, se houve arquivamento ou responsabilização, se ainda existem procedimentos em andamento e quais foram as conclusões dos órgãos competentes.

Enquanto essas respostas não vêm, o caso permanece como uma denúncia grave sem desfecho conhecido, mais de quatro anos depois, envolvendo um parlamentar que já ocupou papel central no governo estadual. O jornalismo cumpre seu dever ao trazer os fatos à memória pública e ao renovar a cobrança por transparência, informação e responsabilidade institucional.

Esta é a transcrição completa da entrevista conduzida pela jornalista Flávia Azevedo para o portal Umuarama News, na qual um ex-assessor detalha graves acusações de corrupção contra o deputado estadual do Paraná, Soldado Adriano José.


O Início da Denúncia

Flávia Azevedo: Hoje você vai conhecer todos os detalhes de uma denúncia feita contra um deputado estadual do Paraná por atos de corrupção. A denúncia foi feita no final de janeiro deste ano, aqui no Gaeco de Curitiba. E, caso comprovada toda a denúncia, será um dos maiores escândalos da ALEP nesta legislatura. É denúncia, é investigação, é aqui no https://www.google.com/search?q=UmuaramaNews.com.br.

A denúncia é sobre um suposto esquema de corrupção que acontecia aqui no gabinete 503 da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. O ex-funcionário, que trabalhou no início do mandato do deputado, acabou saindo por não concordar em devolver a maior parte do seu salário. O esquema, conhecido como rachadinha.

Qual o cargo você ocupou aqui na ALEP?

Ex-assessor: Eu fui chefe de gabinete do Soldado Adriano José.

Flávia Azevedo: Por quanto tempo?

Ex-assessor: Eu trabalhei por cinco meses com ele. Desde o início do mandato, por cinco meses.

Flávia Azevedo: Qual é o sentimento de você voltando aqui agora? O que você passou enquanto trabalhava aqui?

Ex-assessor: Bem, o sentimento aqui infelizmente são os piores, né? Porque foi aqui, para estar aqui que eu tinha me preparado, no mesmo período em que ele se preparou para ser deputado, eu me preparei para ser o seu assessor e trabalhar junto. Então, voltando aqui hoje só me traz más lembranças porque foram meses terríveis, né? De muito assédio moral e muito constrangimento. Então o sentimento de estar aqui novamente hoje é horrível.

Flávia Azevedo: O sonho virou pesadelo.

Ex-assessor: O sonho virou um pesadelo porque eu tinha depositado todas as minhas confianças nele e nesse trabalho. Infelizmente, por culpa dele eu não consegui prosseguir.


O Esquema de Corrupção

Flávia Azevedo: Nossa equipe desembarcou aqui na capital do estado do Paraná, em Curitiba, na manhã do dia 4 de setembro. E no dia seguinte, após verificar as provas do denunciante, nós iniciamos a gravação da entrevista, em que ele conta com detalhes todo o esquema de corrupção. Por que depois de um ano que você saiu do gabinete você decidiu denunciar?

Ex-assessor: Bem, Flávia, eu decidi denunciar depois de um ano porque eu comecei a receber alguns avisos de pessoas ligadas a esse rapaz, esse deputado, com intenções de me prejudicar, a minha vida e a da minha família. Então, eu morei aqui em Curitiba por um período depois que me afastei do gabinete, e quando eu comecei a receber essas ameaças assim, eu decidi mudar de cidade. Mas antes de mudar de cidade, decidi fazer a denúncia.

Flávia Azevedo: O que continha essas ameaças? Eram ameaças de morte?

Ex-assessor: Ameaças de morte. Pessoas ligadas a ele, que me conhecem e conhecem ele, chegavam para mim e diziam que ele sabia de algumas atitudes minhas, que eu ia fazer alguma denúncia contra ele, e ele tinha intenção de me matar.

Flávia Azevedo: Depois que você mudou, alguns vizinhos ali viram pessoas estranhas rondando ali onde você morava?

Ex-assessor: Bem, a casa onde eu morei hoje é habitada por um familiar meu. E por duas vezes pessoas estranhas foram lá me procurar. Uma vez atendido pelo meu próprio familiar e a segunda vez atendida por um vizinho, que depois repassou o recado a essa pessoa que é o meu familiar.

Flávia Azevedo: Pessoas suspeitas, estranhas?

Ex-assessor: Pessoas suspeitas que não se identificaram, não falaram o que queriam, mas que estavam lá me procurando.

Flávia Azevedo: Isso logo depois que você foi informado dessas ameaças?

Ex-assessor: Logo em seguida.

Flávia Azevedo: No que consiste essa denúncia? Quais são então os atos de corrupção do deputado?

Ex-assessor: Bem, os atos de corrupção dele são: rachadinha, apropriação de ressarcimento de verba parlamentar, suspeita de superfaturamento de aluguel de veículos e funcionários fantasmas.


Detalhes da “Rachadinha”

Flávia Azevedo: Pelo menos quantos funcionários você tem o conhecimento de que são obrigados a devolver aí uma parte do salário?

Ex-assessor: Bem, a rachadinha, acredito eu que basicamente uns 10 funcionários são obrigados a devolver o salário. Inclusive eu, por várias vezes fui aliciado a essa prática e, por não concordar com isso, foi um dos motivos que me fez sair do gabinete e não trabalhar mais com esse rapaz.

Flávia Azevedo: Você tem conhecimento de como foram as primeiras reações dos funcionários que também foram abordados pelo deputado, exigindo a devolução do dinheiro, de parte do dinheiro?

Ex-assessor: As reações foram das pessoas um pouco assustadas, né? Porque ele simplesmente colocou o salário mais alto para muitos funcionários e comunicou às pessoas, assim que recebessem o primeiro salário, que boa parte — até 80% daquele valor — fosse devolvida a ele. Sempre dizendo que esse dinheiro tinha que ser usado para a próxima campanha, que tinha que fazer porque a primeira campanha tinha sido muito difícil sem dinheiro e esse dinheiro seria guardado para a próxima campanha dele para a reeleição.

Flávia Azevedo: Qual foi a reação do deputado com a sua negativa?

Ex-assessor: A partir desse momento, a reação dele foi de desprezo. O vínculo que a gente tinha, o relacionamento que a gente tinha começou a mudar. Ele começou a me tratar com total diferença, não me colocava mais para alguns compromissos que ele tinha, e começou a mexer no meu salário. Até então, eu trabalhei o primeiro mês praticamente de graça para ele, porque ele não me nomeou no primeiro mês, me nomeou nos últimos dias do primeiro mês. E o meu salário, quando era para ele pagar o que a gente tinha acertado, ele não pagou. Porque ele queria me pagar mais para que eu devolvesse. Quando eu não concordei, ele começou a cortar o meu salário e diminuindo, diminuindo, até que a gente se desentendeu e eu resolvi sair.


Funcionários Fantasmas e Eduardo Pioneiro

Flávia Azevedo: A respeito do funcionário fantasma, como funciona?

Ex-assessor: Bem, funcionário fantasma teve algumas pessoas que trabalham como assessor dele. Tem uma pessoa em específico que já foi um parlamentar, tem problemas na justiça, não pode ser nomeado por esse fato, e nomeou a esposa para que ele pudesse receber através da esposa. Porém, esse rapaz trabalhava, trabalha até hoje acredito eu, com ele, mas quem recebe é a esposa dele, sendo que nunca botou os pés nem no gabinete, acho que nem no escritório dele em Maringá para dar um dia de expediente sequer.

Flávia Azevedo: Esse assessor, que a mulher recebe em nome dele mas na verdade ele é quem trabalha, é o ex-vereador de Paiçandu, Eduardo Pioneiro?

Ex-assessor: Ele mesmo. Eduardo Pioneiro.

Flávia Azevedo: Então ele teve os direitos políticos cassados enquanto vereador e por isso ele não pode ser nomeado a nenhum cargo público.

Ex-assessor: Teve esses direitos políticos cassados, inclusive a documentação da esposa desse rapaz, do Eduardo Pioneiro, quem fez o levantamento e entregou no RH da Assembleia Legislativa fui eu. E eu tive a notícia do próprio deputado que estaria nomeando a esposa dele por ele ter problemas na justiça e não ter condições de nomear ele diretamente.


Combustível e Aluguel de Carros

Flávia Azevedo: Ainda de acordo com o ex-assessor, o parlamentar tem esquema com postos de combustíveis. Ele recebe notas fiscais de abastecimento dos veículos sem ter abastecido e recebe da Assembleia Legislativa com a verba de ressarcimento. Tem também superfaturamento de combustível?

Ex-assessor: Tem superfaturamento de combustível. Vários abastecimentos no mesmo dia, incompatível com o uso diário de um veículo qualquer.

Flávia Azevedo: Como funciona o esquema de combustível?

Ex-assessor: Bem, existe um posto de gasolina no interior do estado ao qual ele é acostumado a abastecer, ou abastecia naquela época, que ele apresentava muitas notas fiscais desse posto. Acredito eu que muitas delas eram notas fiscais frias, que ele não tinha realmente abastecido os veículos, mas apresentava, não sei como, de alguma forma ele conseguia para ressarcimento desse valor.

Flávia Azevedo: Conforme a denúncia, o parlamentar também fez esquema com locação dos veículos que são pagos pela Assembleia Legislativa do Paraná. Bem, como chefe de gabinete você fazia muitas tratativas. Foi você quem iniciou as tratativas da locação dos veículos do deputado? Tem irregularidades?

Ex-assessor: As tratativas da locação dos veículos eu iniciei fazendo as cotações de locadoras conhecidas no mercado para apresentar para ele qual seria a melhor opção. De um certo período já das cotações feitas, ele decidiu e disse que não precisava mais porque tinha aparecido uma pessoa lá que já é de costume essa empresa alugar veículos na Assembleia Legislativa. A partir daí ele me tirou da negociação e negociou a portas trancadas com esse rapaz. Alguns dias depois apareceram lá dois veículos com valores acima do normal, e acredito que nessa negociação também tenha suspeita de superfaturamento.


O Perfil do Deputado e a Decepção

Flávia Azevedo: Então o que dá para perceber é que você não quis entrar em esquemas ilegais, esquemas de corrupção e superfaturamento, e aí ele começou a te tratar de uma tal forma que você foi obrigado a pedir demissão.

Ex-assessor: Exatamente. Desde a campanha, sempre se dizendo uma pessoa honesta, uma pessoa que queria fazer a diferença, que seria diferente dos demais, e desde o primeiro dia de mandato já se mostrou totalmente ao contrário com essas exigências das pessoas para devolver o dinheiro, essas negociações suspeitas de irregularidade. Inclusive querendo me forçar a devolver dinheiro, eu não aceitei e chegou um período que a gente não conseguiu conviver mais e eu decidi sair.

Flávia Azevedo: Você trabalhou na campanha do deputado. Como você conheceu ele?

Ex-assessor: Trabalhei na campanha dele desde 2016, através do padrinho dele, que foi candidato a deputado federal e hoje é eleito deputado federal, o mais votado do Paraná [Sargento Fahur]. Porque eu já tinha amizade com o deputado federal e em 2016 conheci o deputado estadual e, por esse motivo, trabalhava para um e comecei a trabalhar para ele também.

Flávia Azevedo: E qual é o sentimento agora depois de tudo isso?

Ex-assessor: Meu sentimento hoje é que eu quero só que seja feita a justiça, que ele seja desmascarado, porque ele mostra ser uma pessoa que ele não é. O caráter dele, a pessoa dele é totalmente diferente do que ele se mostra ser em frente às câmeras, dentro da Assembleia. Porque ele não teve piedade de mim, da minha família. A gente tinha um relacionamento, um convívio, eu acreditei de que a gente realmente ia poder trabalhar por esse mandato e por outros mais que viriam. Mas por ele querer insistentemente me corromper, eu não aceitei, e ele não teve nenhuma piedade de me deixar na mão, me deixar à deriva aí com minha família. Tenho duas filhas pequenas, uma esposa para cuidar, e daí para frente eu tive que me virar de outras formas para cuidar da minha família.

Flávia Azevedo: E você acredita que, a partir de que a justiça seja feita, você e sua família não corram mais risco de vida?

Ex-assessor: Bem, eu não sei, porque são pessoas sem caráter nenhum. Do que eles são capazes a gente não tem como prever. Mas eu já mudei de cidade, já não moro mais no estado do Paraná, moro em outra cidade, já estou seguindo uma nova vida com uma outra carreira profissional e pretendo nunca mais ter nenhum tipo de relacionamento com essas pessoas ligadas a ele.


O Papel do Gaeco

Flávia Azevedo: O Gaeco está investigando também outros funcionários que são suspeitos de serem obrigados a devolver o dinheiro, a famosa rachadinha?

Ex-assessor: É, o Gaeco acredito eu que está investigando, se não todos, as pessoas que eu tenho conhecimento e que eu entreguei junto com a denúncia que eu fiz. Das pessoas que eu tenho certeza que devolvem o dinheiro para ele todo mês.

Flávia Azevedo: Foi no dia 29 de janeiro deste ano que o ex-funcionário esteve aqui na unidade do Gaeco em Curitiba e fez a denúncia formal e também entregou todas as provas pertinentes ao esquema de corrupção. Nós apuramos que há cerca de dois meses os atuais funcionários do deputado foram intimados a depor no Ministério Público, e só a partir daí que cessou o esquema de corrupção. O que você entregou de provas para o Gaeco?

Ex-assessor: Provas para o Gaeco: conversas sobre a rachadinha com pessoas que entregam, conversas que ele teve comigo me aliciando com relação a isso, notas fiscais que foram entregues à secretaria dele para pegar ressarcimento da verba parlamentar que deveriam ser repassadas às pessoas que pagaram. Eu paguei por várias vezes despesas que eu deveria ter recebido de volta, eu entregava as notas fiscais e o dinheiro ia para o bolso do deputado.

Flávia Azevedo: Isso acontecia com você e com outros funcionários?

Ex-assessor: Comigo e com no mínimo três ou quatro funcionários do dia a dia do gabinete. Fora os funcionários do interior do estado onde tem escritório e também fazem esse serviço para ele. A prática dele é comum com todas as pessoas que precisam pagar alguma despesa.

Flávia Azevedo: Nós apuramos que o parlamentar obrigava os funcionários a devolver de 50% a 80% dos salários, ou seja, de 5 a 10 mil reais por mês, e o montante mensal era de aproximadamente 100 mil reais.


Tentativa de Contato com o Deputado

Flávia Azevedo: A respeito das denúncias, nós vamos tentar entrar em contato com o deputado estadual Soldado Adriano José. [Chama e cai na caixa postal]. Bem, o telefone está desligado, vamos tentar agora via ligação pelo WhatsApp. [Chama e ninguém atende]. Bem, o parlamentar também não atende, vamos tentar o seu assessor de imprensa.

David (Assessor): Alô.

Flávia Azevedo: Alô, bom dia, David, tudo bem?

David: Bom dia, tudo bem, e você?

Flávia Azevedo: Tudo ótimo. David, nós estamos gravando, tá? Para você ter a ciência. Nós tentamos contato com o deputado Soldado Adriano José, mas nós não conseguimos. O telefone dele está desligado. Então você, como assessor de imprensa, a gente está te procurando a respeito de denúncias que nós recebemos e estamos fazendo a matéria para saber se o deputado vai querer se manifestar ou através de nota ou através de entrevista.

David: Está fechando hoje, Flávia?

Flávia Azevedo: Sim, estou fechando hoje.

David: Tá, você consegue me mandar as denúncias, por favor?

Flávia Azevedo: Eu já posso te adiantar por aqui: esquema de rachadinha com funcionários; funcionário fantasma (no caso o Eduardo Pioneiro, que trabalha como assessor mas quem recebe é a esposa, porque ele não pode exercer cargo público por determinação da justiça); ameaça de morte contra um ex-chefe de gabinete; ressarcimento de verbas (os funcionários pagam as despesas que deveriam ser ressarcidas para eles, mas o deputado recebe e fica com o dinheiro); esquema com posto de combustível (pega nota fiscal de abastecimento que não existiu); e superfaturamento em veículos locados. Essas são as denúncias, David, e aguardo um retorno.

David: Tá, beleza, Flávia. Eu já vou falar aqui com o advogado e tentar falar com o deputado também.

Flávia Azevedo: Ok, David, agradeço. Um abraço.


Encerramento

Flávia Azevedo: Bem, agora nós vamos aguardar o retorno da assessoria de imprensa do deputado estadual. Até o fechamento desta matéria, a assessoria não respondeu nossos questionamentos, porém o espaço continua aberto caso algum dos citados queira se manifestar.

OBS:

Abaixo, comprova-se que a esposa de Eduardo Pioneiro ainda está nomeada no gabinete do deputado e que, supostamente, quem presta o serviço em seu lugar é o próprio Eduardo Pioneiro.

Redação O Diário de Maringá

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