Lula baixa a gasolina e Ratinho responde com aumento de imposto no Paraná

Lula baixa a gasolina e Ratinho responde com aumento de imposto no Paraná

Queda no preço da gasolina esbarra em alta de impostos no Paraná

A Petrobras anunciou redução de 5,2% no preço da gasolina vendida às distribuidoras, representando um desconto médio de R$ 0,14 por litro. A medida, que deveria contribuir para a diminuição do valor do combustível ao consumidor final em todo o país, não deve ser vista nos postos de gasolina do Paraná. Isso porque o governo do Estado autorizou o aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para combustíveis desde o dia 1° de janeiro de 2026.

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Para o deputado estadual Requião Filho (PDT), o governo estadual é responsável por impedir que a economia chegue, de fato, até a população paranaense.

“Enquanto a Petrobras anuncia redução no preço da gasolina, o governo do Paraná aumenta o ICMS. O discurso é de menos impostos, mas a prática é de mais cobrança e peso no bolso da população”, afirmou.

Com o aumento do ICMS, o imposto estadual passa a pressionar diretamente o preço final da gasolina, reduzindo o impacto positivo da medida anunciada pela Petrobras. A elevação da carga tributária afeta toda a cadeia econômica, encarecendo o transporte de alimentos, prestação de serviços e contribuindo para aumento de custo de vida de forma geral.

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Segundo o parlamentar, a decisão do governo estadual faz com que o Paraná fique em desvantagem em relação a outros estados, assim como Goiás e outras regiões com governos bolsonaristas.

“A escolha de aumentar impostos tem efeito direto na vida do trabalhador e também no setor produtivo, que vê seus custos aumentarem sem qualquer contrapartida. As pessoas vão continuar indo ao mercado e pagando caro no arroz, no feijão, sentindo os efeitos reais do aumento de impostos e tendo dificuldade no acesso à comida e produtos básicos de uso de todos nós”, destacou Requião Filho.

O deputado ressalta que a redução no preço da gasolina poderia representar um alívio importante para famílias e empresas agora no início do ano, mas acaba neutralizada por decisões fiscais ruins. Para ele, é necessário alinhar o discurso de responsabilidade econômica com medidas concretas que permitam que a redução de preços chegue efetivamente aos consumidores paranaenses.

Redação O Diário de Maringá

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