Delegado Jacovós cobra punição exemplar após caso de extrema crueldade contra animal

Delegado Jacovós cobra punição exemplar após caso de extrema crueldade contra animal

O deputado estadual Delegado Jacovós manifestou indignação diante de um caso de extrema violência contra um animal conhecido como Orelha, vítima de agressões graves que, segundo ele, ultrapassam qualquer limite de humanidade. Em manifestação pública, o parlamentar classificou o episódio como um ato de barbárie e afirmou que a crueldade contra animais não está relacionada à idade dos agressores, mas diretamente ao caráter.

De acordo com Jacovós, o animal foi submetido a agressões violentas e repetidas, o que, na avaliação do deputado, demonstra que não se tratou de um ato impulsivo, mas de uma conduta consciente, marcada por perversidade e ausência total de empatia.

Com 32 anos de atuação na Polícia Civil, o deputado afirmou que já presenciou situações extremas ao longo da carreira, mas destacou que poucos casos o deixaram tão estarrecido quanto este. Para ele, quem sente prazer em torturar um ser indefeso representa um risco concreto à convivência social.

“O que começa com a violência contra um animal pode evoluir para crimes ainda mais graves. A experiência mostra que a escalada da violência é previsível”, afirmou. Segundo o parlamentar, hoje a vítima foi um animal indefeso, mas amanhã podem ser pessoas, incluindo familiares e amigos.

Jacovós também alertou que os agressores já possuem histórico criminoso, o que reforça, segundo ele, a necessidade de uma resposta firme do Estado. O deputado defendeu uma punição dura, exemplar e imediata, sem relativizações ou privilégios.

“O Brasil precisa demonstrar que a lei vale para todos. Uma Justiça frouxa não recupera ninguém, apenas incentiva novos crimes e produz novas vítimas”, declarou.

Para o deputado, punir neste caso não se trata de vingança, mas de uma medida necessária para proteger vidas, preservar a sociedade e reafirmar que o Estado não pode ser conivente com práticas de extrema violência.

O caso tem gerado forte comoção e mobilização nas redes sociais, com pedidos por justiça e responsabilização dos envolvidos.

Entenda o caso: Os adolescentes suspeitos de agredir brutalmente o cão comunitário Orelha, que precisou ser submetido à eutanásia, teriam cometido os crimes na região da Praia Brava, em Florianópolis, uma das áreas mais nobres da capital catarinense. Segundo a Polícia Civil, a violência não se limitou a um único episódio: além das agressões que levaram à morte do animal, os suspeitos também teriam tentado afogar outro cachorro conhecido por moradores da região.

Redação O Diário de Maringá

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