Crime cruel em Paranavaí revolta o deputado estadual Delegado Jacovós, que cobra prisão imediata dos suspeitos

Crime cruel em Paranavaí revolta o deputado estadual Delegado Jacovós, que cobra prisão imediata dos suspeitos

O deputado estadual e delegado Delegado Jacovós se manifestou publicamente sobre o assassinato do jovem Maycon, ocorrido em Paranavaí, e classificou o crime como covarde e cruel. Segundo ele, as imagens do espancamento são chocantes e mostram agressões com chutes na cabeça que teriam levado o rapaz à morte.

Descarte irregular

De acordo com as informações citadas pelo parlamentar, o caso aconteceu no último dia 15 e teria sido motivado pela suspeita de que a vítima teria furtado uma centrífuga. No entanto, conforme relatado, já estaria comprovado que o equipamento havia sido recebido como doação. Ainda assim, o jovem foi violentamente agredido por um grupo de pessoas.

Jacovós afirmou que recebeu detalhes do caso por meio da equipe do Roy News, que estaria acompanhando a ocorrência. Ele questionou se os envolvidos já foram presos e cobrou providências imediatas das autoridades. O deputado fez um apelo direto à Polícia Civil de Paranavaí, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para que seja decretada a prisão preventiva dos suspeitos.

Para o parlamentar, a violência não pode ser tratada como um episódio isolado. Ele também criticou o fato de o espancamento ter sido filmado e divulgado, o que, na avaliação dele, demonstra uma tentativa de exibição nas redes sociais e de imposição de poder dentro do bairro onde o crime ocorreu.

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Jacovós anunciou ainda que levará o caso à tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná. Segundo ele, o crime não pode ficar impune e é inadmissível que um episódio dessa gravidade ocorra em uma cidade como Paranavaí, que conta com forças de segurança e instituições de Justiça estruturadas.

O caso agora segue sob responsabilidade das autoridades locais, que deverão esclarecer as circunstâncias da morte, identificar todos os envolvidos e definir as medidas judiciais cabíveis.

Redação O Diário de Maringá

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