Majô prestigia e apoia a inauguração de salas pensadas para acolher gestantes e crianças vitimas de violência no HU- Maringá

Majô prestigia e apoia a inauguração de salas pensadas para acolher gestantes e crianças vitimas de violência no HU- Maringá

A iniciativa é do Movimento MIA e concretiza, com o apoio de empresas com sedes no município, diretrizes fundamentais no atendimento hospitalar _

O Hospital Universitário de Maringá (HUM) inaugurou duas salas especializadas: uma para gestantes em risco de perda e outra para crianças vítimas de violência. A iniciativa é do Movimento MIA, fundado em 2021 para fortalecer a rede de proteção de crianças e adolescentes.
A vereadora Majô esteve presente na cerimônia ao lado do Deputado Estadual Evandro Araújo, do Reitor da UEM Leandro Vanalli, da Vice-Reitora Gisele Mendes, da Superintendente do HUM Cremilda Trindade, da Presidente do MIA Cristiani Tazinafo, de Ester Nogueira (Ostellato Movelaria ) e de Pedro Donizete Christovão (Yoshii Engenharia).

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“Cuidar de quem está em situação de vulnerabilidade não é uma escolha política, é uma obrigação moral. Maringá deu hoje um passo importante na direção certa.”
— Majô, vereadora de Maringá

AS SALAS
As duas salas foram idealizadas pelo Movimento MIA e ganharam vida com o apoio da Yoshii e da Ostellato, que realizaram a reforma e a decoração dos espaços.
A Sala da Gestante oferece um espaço reservado e humanizado para mulheres que enfrentam risco de perda gestacional, um momento que exige cuidado, privacidade e suporte especializado.

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Já a sala destinada a crianças e adolescentes vítimas de violência representa um avanço significativo no atendimento: ao garantir um ambiente seguro e separado do fluxo hospitalar convencional, a criança é recebida com dignidade e acolhimento.
O espaço humanizado facilita o atendimento clínico, reduz o impacto emocional e contribui para que a vítima e sua família se sintam amparadas, o que é determinante para a continuidade do cuidado e para que o crime seja denunciado. Ambas as salas representam o que Majô defende: políticas públicas que tratam as pessoas com a dignidade que merecem.

OS NÚMEROS
No Brasil, cerca de 15% das gestações são classificadas como de alto risco, segundo o Ministério da Saúde. No campo da violência, o país registra mais de 66 mil casos de estupro de vulnerável por ano, a maioria com vítimas menores de 14 anos, com alta subnotificação. Espaços humanizados e privativos são determinantes para que famílias tenham coragem de denunciar e buscar atendimento.

Redação O Diário de Maringá

Redação O Diário de Maringá

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