Flávio Mantovani aperta o cerco contra empresas que deixam cabos soltos nas ruas

Flávio Mantovani aperta o cerco contra empresas que deixam cabos soltos nas ruas

A segurança viária em Maringá ganha um novo aliado com o Projeto de Lei nº 17.975/2026, apresentado pelo vereador Flávio Mantovani para combater o descaso com cabos aéreos. A proposta, em tramitação desde novembro de 2025, estabelece protocolos de resposta rápida e endurece a fiscalização contra empresas que abandonam fiações irregulares nas vias públicas.

Flávio
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O cenário atual preocupa moradores e autoridades. Cabos soltos transformaram cruzamentos movimentados em armadilhas invisíveis para motociclistas e pedestres. O projeto de Mantovani surge para corrigir lacunas da Lei Municipal nº 11.256/2021, que apresentou limitações práticas pela falta de prazos rígidos e punições severas.

Tragédias impulsionam necessidade de mudança

A urgência da nova lei fundamenta-se em estatísticas fatais. Em dezembro de 2025, o trabalhador Rodrigo Pereira de Lima perdeu a vida na Avenida Joaquim Duarte Moleirinho após um fio rompido atingi-lo. Outros casos graves ocorreram na Vila Morangueira e no Conjunto Ney Braga, onde motociclistas sofreram ferimentos severos no pescoço.

Mesmo com multas aplicadas à Copel que superam R$ 4,7 milhões, o problema persiste em pontos críticos como as avenidas São Paulo e Brasil. O novo texto legal foca na responsabilidade direta, exigindo a identificação obrigatória de cada cabo para que o infrator seja punido sem margem para dúvidas técnicas.

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Rigor e prazos na nova fiscalização

O vereador Flávio Mantovani, ao lado de Cristian Maia Maninho, propõe um modelo de gestão ativa do espaço urbano. A manutenção passa a ser contínua e obrigatória. Caso ocorra uma irregularidade, as empresas terão apenas 15 dias para solucionar o problema após a notificação oficial do município.

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Para situações de risco iminente, o projeto cria o Protocolo Emergencial de 24 Horas. Nele, a prefeitura realiza a sinalização imediata da área, e a concessionária deve efetuar o reparo em um dia. O descumprimento gera multas de R$ 10 mil, podendo dobrar em casos de emergência ou reincidência.

Participação popular e segurança

A proposta também inova ao criar um canal oficial de denúncias. Com isso, a população colabora diretamente com a fiscalização, apontando fios baixos ou rompidos em tempo real. Essa transparência busca evitar que novas famílias passem pelo luto causado pela negligência das operadoras de telecomunicações e energia.

Redação O Diário de Maringá

Redação O Diário de Maringá

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