Acre celebra alta de 10%, mas Varejo do Paraná amarga segunda queda seguida em 2026.

Acre celebra alta de 10%, mas Varejo do Paraná amarga segunda queda seguida em 2026.

O Varejo do Paraná enfrentou um cenário desafiador em fevereiro de 2026, consolidando um início de ano negativo para os comerciantes locais. De acordo com a 38ª edição do Índice do Varejo Stone (IVS), o estado apresentou uma retração de 2,5% nas vendas em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este resultado marca o segundo mês consecutivo de baixas, já que janeiro também exibiu números desfavoráveis para a economia paranaense.

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Cenário regional e nacional

O levantamento da Stone revela que o desempenho negativo não é uma exclusividade do Sul. Embora o Acre tenha liderado o crescimento nacional com expressivos 10,8%, a maioria das unidades federativas sofreu retrações. O Amazonas amargou o pior índice do país, com queda de 7,1%. No Sul, Santa Catarina conseguiu um leve avanço de 0,8%, enquanto o Rio Grande do Sul despencou 6%.

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Guilherme Freitas, especialista da Stone, explica que o cenário brasileiro atual é heterogêneo. Ele destaca que a desaceleração do consumo permanece predominante em grandes centros. Segundo o analista, o crédito restritivo e o alto endividamento das famílias são os principais vilões. Esses fatores limitam o poder de compra e impedem uma recuperação mais robusta em estados como o Paraná.

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Desempenho por segmentos

A análise setorial detalha onde o consumidor está cortando gastos. No comparativo anual, apenas hipermercados (2,5%) e artigos farmacêuticos (1,7%) cresceram. Por outro lado, o setor de tecidos, vestuário e calçados sofreu uma queda drástica de 11,3%. Móveis e eletrodomésticos também recuaram 8,1%, refletindo a cautela do paranaense com bens duráveis. No recorte mensal de fevereiro, a situação foi ainda mais severa, com todos os oito segmentos pesquisados registrando índices negativos em todo o Brasil.

Redação O Diário de Maringá

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