Nathalia, Sheila, Poly e Fabinho: O “quarteto” que barrou casas populares e obras em Marialva

Nathalia, Sheila, Poly e Fabinho: O “quarteto” que barrou casas populares e obras em Marialva

Quatro foram os vereadores que se levantaram contra o povo de Marialva

A última sessão da Câmara Municipal de Marialva ficará marcada como o dia em que o desenvolvimento humano e a dignidade básica acabaram em segundo plano por questões regimentais. O polêmico empréstimo de R$ 24 milhões para obras em Marialva foi rejeitado pela Mesa Diretora, embora tenha recebido a maioria dos votos favoráveis (5 a 4). De fato, essa decisão impediu o avanço de projetos que mudariam a realidade de milhares de famílias marialvenses. Infelizmente, a população aguarda por investimentos públicos robustos há décadas e agora presencia os vereadores que votam contra o povo de Marialva travarem o progresso local.

Necessidades Vitais e o Descaso com a Dignidade Sanitária

Os recursos travados pela oposição não eram destinados a gastos supérfluos, mas sim a necessidades vitais da nossa população. Entre os pilares do projeto, destacava-se primordialmente a Dignidade Sanitária, com a implantação de redes de esgoto em bairros periféricos. Muitas famílias dependem de fossas sépticas há mais de 30 anos e esperavam por essa solução definitiva.

Além disso, o montante viabilizaria a Habitação Popular por meio da aquisição de terras para novas moradias. O objetivo principal era combater o déficit habitacional crônico que assola a cidade. Sem esse crédito, o sonho da casa própria para centenas de cidadãos acaba sendo adiado por tempo indeterminado.

Nathalia, Sheila, Poly e Fabinho: conheça os vereadores empata obras de Marialva

Os Nomes que Atuam Contra o Avanço de Marialva

A votação expôs uma divisão clara no Legislativo e revelou quem realmente prioriza o bem comum neste momento crítico. De um lado, cinco vereadores entenderam a urgência das melhorias e votaram favoravelmente ao projeto de lei.

De outro, um bloco formado por Nathalia, Sheila, Fabinho e o presidente da Casa, Rafael Poly, posicionou-se contra a autorização do crédito. Por esse motivo, muitos moradores afirmam que estes são os representantes que ignoram as demandas das comunidades carentes. O bloqueio atinge diretamente quem mais precisa do suporte do governo municipal para viver com o mínimo de conforto.

O impacto dessa rejeição vai muito além do saneamento básico, pois o projeto previa investimentos cruciais em Mobilidade Urbana. A conclusão da Estrada Terra Roxa, por exemplo, permitiria que motoristas e produtores rurais fugissem dos altos custos do pedágio. Até mesmo o respeito aos mortos entrou na conta do prejuízo, já que a ampliação do cemitério municipal ficou sem a verba necessária.

O projeto previa investimentos em diversas áreas, incluindo:
– esgotamento sanitário (Jardim Planalto e proximidades);
– aquisição de terrenos para casas populares e ampliação do cemitério;
– pavimentação e recapeamento;
– construção do novo Centro de Convivência do Idoso;
– reforma da Escola Lucas Machado de Paula;
– revitalização de praças, como a do Jardim Custódio;
– reforma da pista de caminhada do João de Barro;
– melhorias em estádios e ginásios;
– aquisição de equipamentos e veículos para a limpeza;
– implantação do Meu Campinho e parCão.

Entre a Democracia e a Demagogia Legislativa

Durante os debates acalorados, o vereador Fabinho utilizou a tribuna para defender que o resultado deveria ser mantido em respeito à vontade dos parlamentares. Ele argumentou que acatar a rejeição seria uma forma de respeitar a soberania do Legislativo local. Contudo, é preciso questionar esse posicionamento com honestidade intelectual e política. Falar em democracia enquanto se vota contra direitos básicos dos marialvenses não parece coerente, soando mais como uma pura demagogia política.

Afinal, a verdadeira democracia deveria servir aos interesses da coletividade e não ser usada como escudo para manobras regimentais. Enquanto o vereador pede “respeito” ao voto negativo, a população continua convivendo com o mau cheiro das fossas e ruas sem asfalto. Portanto, fica evidente que o grupo de oposição impede o progresso da cidade sob o pretexto de seguir ritos burocráticos.

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Ofensiva Jurídica e o Futuro do Município

Diante desse cenário caótico, o vereador Miro do Cartório, líder da prefeita, classificou a postura da oposição como um ato de “cegueira política”. Miro argumentou que a Constituição Federal exige apenas maioria simples para este tipo de votação específica. Entretanto, Rafael Poly manteve a interpretação rígida do regimento interno para anular a vitória do projeto.

Consequentemente, a Procuradoria da Prefeitura já prepara um mandado de segurança para pedir a anulação da sessão e validar o resultado. Em suma, a luta pelo empréstimo de R$ 24 milhões para obras em Marialva agora segue para os tribunais estaduais. Enquanto o impasse jurídico continua, o eleitor observa atentamente cada movimento, pronto para dar a resposta final nas urnas.

Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Perfil Profissional: Gilmar Ferreira (MTB 0011341/PR) Gilmar Ferreira consolida uma carreira multifacetada como jornalista, apresentador de programas de TV e mestre de cerimônias, unindo o rigor da investigação à fluidez da comunicação ao vivo. Com atuação destacada no Paraná e Santa Catarina, ele imprime autoridade técnica e sensibilidade humana em cada projeto que lidera. Atuação Estratégica Atual Diretor de Redação: O Diário de Maringá. Comentarista: Programa Paraná Cidadesno Canal 10.1 e RDR FM 93,3. Mestre de Cerimônias: Atuação oficial em eventos de destaque no Estado do Paraná. Experiência em Televisão Reconhecido pela presença de vídeo e condução de pautas complexas, Gilmar atuou como apresentador de programas e âncora nas seguintes emissoras: TV Maringá (Band) RIC TV Maringá (Record) Record News (Rede Mercosul) RTV 10 Maringá Trajetória no Rádio Com passagens por emissoras líderes de audiência, sua voz é referência em informação e entretenimento: Paraná: Jovem Pan FM, Metropolitana FM, Rede de Rádios, Globo FM, Rádio Colorado AM e Eden FM. Santa Catarina: Rádio Menina FM e Rádio Globo AM (Blumenau)

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