Cris Lauer sofre mais uma derrota após o Ministério Público arquivar denúncia contra Mário Hossokawa e David Marlon
Cris Lauer sofreu mais uma derrota. Agora, no Ministério Público do Paraná. Ela denunciou Mário Massao Hossokawa e David Marlon da Silva, porém não conseguiu comprovar as acusações. Por isso, a 20ª Promotoria de Justiça de Maringá arquivou o Inquérito Civil nº MPPR-0088.25.003340-9, após analisar documentos, contratos, notas fiscais, pagamentos, jornada de trabalho e movimentações processuais.
A conclusão do MP foi direta. A Promotoria não encontrou enriquecimento ilícito, não confirmou descumprimento de jornada e também não verificou incompatibilidade entre a atuação de David Marlon como Subprocurador Jurídico da Câmara e sua advocacia privada.
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Hossokawa e David vencem a acusação
A denúncia tentava ligar a atuação advocatícia de David Marlon em favor de Mário Hossokawa a uma suposta irregularidade funcional. No entanto, a apuração mostrou outro caminho. Os documentos apresentados sustentaram os pagamentos e afastaram a tese de favorecimento.
No processo eleitoral, David comprovou o recebimento de R$ 2.500,00 via PIX e R$ 1.250,00 em espécie. Já na ação de indenização por danos morais, o contrato previa honorários de êxito de 30%. Como a ação não gerou proveito econômico, nenhum valor ficou devido.
Além disso, o Ministério Público consultou o Tribunal de Justiça do Paraná e o Tribunal Regional Eleitoral. Depois da análise, a Promotoria não encontrou peticionamentos feitos por David durante o horário registrado de trabalho.
Portanto, Hossokawa e David venceram a denúncia. Eles apresentaram documentos, explicaram os pagamentos e saíram do caso com o arquivamento formal.
A derrota de quem acusou e não provou
O contraste político pesa. Cris Lauer tentou apontar contra terceiros uma conduta que ela não conseguiu provar. Entretanto, no caso dela, a situação foi diferente. As irregularidades apareceram em processo próprio e produziram consequências concretas.
A Câmara de Maringá cassou o mandato de Cris Lauer em 27 de agosto de 2025, por 20 votos a 2, em sessão especial de julgamento. Antes disso, reportagem de O Diário de Maringá registrou que a Justiça havia condenado Cris Lauer por improbidade administrativa, em ação do Ministério Público, por uso de servidor comissionado em processos particulares.
Assim, não existe equivalência entre os casos. Contra Hossokawa e David, Cris Lauer acusou, mas não provou. Contra ela, os processos apontaram irregularidades e resultaram na perda do mandato.
No fim, a leitura é simples. Cris Lauer sofreu mais uma derrota. Já Hossokawa e David encerram o episódio com a denúncia arquivada e sem comprovação de irregularidade.





