Vereadora Ana Lúcia Rodrigues é acionada na Justiça após acidente; vítima pede indenização e pensão vitalícia

Vereadora Ana Lúcia Rodrigues é acionada na Justiça após acidente; vítima pede indenização e pensão vitalícia


A vereadora Ana Lúcia Rodrigues responde a uma ação de indenização na 2ª Vara Cível de Maringá após um acidente de trânsito envolvendo a motociclista Silvânia Lopes Ferreira. Além disso, a vítima pede indenização por danos morais, danos estéticos, danos materiais, lucros cessantes e pensionamento vitalício.

Segundo a petição inicial, o acidente ocorreu em 5 de julho de 2022, por volta das 18h30, no cruzamento das ruas Marcelino Champagnat e Padre Germano José Mayer. Conforme a versão da autora, Ana Lúcia teria desrespeitado a sinalização de parada obrigatória e invadido a via preferencial. Por isso, a motocicleta acabou atingida pelo veículo conduzido pela vereadora.

Curso gratuito de empreendedorismo em  Cascavel oferece formação completa e chance de ganhar capital semente

Vítima relata fratura, cirurgia e sequelas

De acordo com os autos, Silvânia sofreu fratura exposta na perna esquerda e lesão na mão esquerda. Em seguida, ela passou por cirurgia, ficou internada por 14 dias e permaneceu afastada do trabalho por cerca de 18 meses. Além disso, a autora afirma que ficou com cicatriz permanente, dores recorrentes e limitação de mobilidade.

Ainda conforme o processo, a seguradora HDI Seguros S.A. apresentou proposta de R$ 10 mil para acordo. No entanto, a negociação não avançou. Assim, a autora decidiu buscar a reparação na Justiça.

Sai pauta de reunião na Alep

O que a vítima pede à Justiça

Na ação, Silvânia pede R$ 100 mil por danos morais e R$ 100 mil por danos estéticos. Além disso, ela solicita indenização por danos materiais, lucros cessantes pelo período em que ficou sem trabalhar e pensão vitalícia, sob a alegação de redução da capacidade laboral.

Portanto, o valor pedido ultrapassa R$ 200 mil. Entretanto, esse montante ainda não inclui eventual pensão mensal, despesas materiais e outros valores que dependem da análise do Judiciário.

Justiça ainda vai decidir

Até o momento, os pedidos representam a versão da autora da ação. Por outro lado, a vereadora e a seguradora têm direito ao contraditório e à ampla defesa.

Dessa forma, caberá à Justiça analisar documentos, laudos, provas, depoimentos e manifestações das partes. Somente depois disso, o Judiciário decidirá se houve responsabilidade civil e qual será o valor de eventual indenização.

TV Diário
Redação O Diário de Maringá

Redação O Diário de Maringá

Notícias de Maringá e região em primeira mão com responsabilidade e ética

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *