Reconhecimento facial chega à Expoingá 2026 e reforça segurança na entrada do parque

Reconhecimento facial chega à Expoingá 2026 e reforça segurança na entrada do parque


O reconhecimento facial na Expoingá 2026 reforça a segurança no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá. A Prefeitura instalou a tecnologia perto da entrada pela Avenida Colombo e, assim, ampliou o apoio ao patrulhamento da Guarda Civil Municipal.

Além disso, esta é a primeira vez que a Guarda usa esse sistema durante a feira. A estrutura funciona dentro de um micro-ônibus da corporação. Portanto, os agentes conseguem monitorar a movimentação com mais rapidez.

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Sistema identifica mandados em aberto

A câmera faz a leitura facial de quem passa pela área monitorada. Quando o sistema identifica uma pessoa com mandado de prisão em aberto, o operador aciona as equipes por rádio.

Em seguida, os guardas realizam a abordagem do lado externo do parque. Depois disso, eles adotam as medidas previstas em lei, inclusive a condução à delegacia quando necessário.

Além do reconhecimento facial, a tecnologia cruza dados e aponta a irregularidade relacionada à pessoa abordada. Com isso, a equipe recebe informações mais precisas antes da ação.

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Prefeitura fala em mais tranquilidade

O secretário municipal de Segurança, Delegado Luiz Alves, afirmou que a medida busca dar mais tranquilidade a visitantes, trabalhadores e expositores.

“O nosso compromisso é com a segurança dos moradores. Se alguém com problemas com a Justiça tentar entrar no parque, será barrado e encaminhado para cumprir a medida prevista”, disse o secretário.

Desse modo, a Prefeitura aposta na tecnologia para aumentar a prevenção em um dos eventos mais movimentados de Maringá.

Disciclos elétricos também passam por teste

A Secretaria de Segurança também testa dois disciclos elétricos no Espaço Unimed, no pavilhão verde. Os equipamentos ajudam os guardas a circular em locais onde viaturas não entram com facilidade.

Segundo Luiz Alves, a Prefeitura avalia a eficiência da ferramenta. Caso o teste apresente bom resultado, o município poderá usar os disciclos em outros espaços, como ambientes fechados e áreas de grande fluxo.

“Estamos avaliando a eficácia dessa ferramenta. Estamos sempre em busca de soluções para garantir mais segurança às pessoas. Se constatarmos que o disciclo atende às nossas necessidades, vamos implantá-lo em nossas ações”, afirmou.

Portanto, a Expoingá 2026 passa a reunir patrulhamento presencial, resposta rápida e monitoramento por tecnologia. Ainda assim, o uso de reconhecimento facial em espaços públicos exige transparência, controle e respeito às garantias legais.

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Redação O Diário de Maringá

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