Veloc Locações cresce no setor de escoramento em Alagoas

Veloc Locações cresce no setor de escoramento em Alagoas


Para que uma obra saia do papel e se transforme em realidade, uma série de processos, etapas e técnicas precisam ser feitos da maneira correta. Um deles é o escoramento, sistema estrutural temporário que sustenta lajes, vigas e elementos de concreto enquanto o material não atinge a resistência necessária para suportar o próprio peso.

Se o escoramento é mal dimensionado ou executado de forma inadequada, a obra pode enfrentar riscos sérios. O mais crítico é o colapso estrutural durante ou logo após a concretagem.

Quando as escoras não suportam a carga da laje ainda fresca, ocorre o desabamento, com risco direto de morte para os trabalhadores presentes no canteiro, alerta Erick Souza, gerente geral da Veloc Locações, empresa especializada na locação de equipamentos de construção com atuação em Alagoas.

"Existem ainda consequências menos visíveis: um escoramento subdimensionado pode não causar o colapso imediato, mas gerar deformações excessivas nas lajes — trincas, fissuras, pisos desnivelados — que só aparecem depois que a obra é entregue. Isso gera passivo técnico e jurídico enorme para a construtora", diz.

Outro ponto é o impacto financeiro e de prazo. Uma falha de escoramento pode paralisar completamente a obra, gerar custos de retrabalho e demolição, atrasar a entrega e comprometer o contrato com o cliente.

"As causas mais comuns que identificamos em campo são: ausência de projeto técnico, uso de equipamentos danificados ou inadequados para o tipo de laje, uso de escoras de madeira, montagem sem travamento correto e, especialmente, remoção precoce das escoras antes que o concreto atinja a resistência prevista", comenta Erick Souza.

De acordo com o gerente, um bom projeto de escoramento começa antes mesmo do início das obras no canteiro. Ele deve ser elaborado por um profissional habilitado, levando em conta as cargas reais da estrutura, como o tipo de laje, o vão entre apoios, a espessura, o peso do concreto fresco e as sobrecargas de trabalho.

Esses pontos são estabelecidos pela ABNT NBR 15696, norma técnica que regulamenta formas e escoramentos para estruturas de concreto, explica Erick Souza. "Na prática, precisamos definir: o espaçamento correto entre as escoras, a necessidade de travamentos horizontais e diagonais para dar estabilidade lateral ao conjunto, as condições do piso onde as escoras vão apoiar e o cronograma de concretagem", complementa.

Para que a obra seja concluída no prazo e em segurança, a escolha do equipamento certo é decisiva. As escoras metálicas, explica o especialista, têm vantagens claras sobre sistemas improvisados em madeira. Entre eles, capacidade de carga maior e padronizada, regulagem de altura precisa, reaproveitamento sem perda de desempenho quando bem mantidas e rastreabilidade das especificações técnicas. 

"Uma escora metálica de qualidade é dimensionada para suportar cargas de forma confiável e uniforme. Já uma escora com desgaste, corrosão na rosca ou tubo amassado pode ceder de forma imprevisível. Por isso, na Veloc, trabalhamos com revisão e manutenção preventiva do nosso estoque: cada equipamento que sai para uma obra passou por inspeção", salienta o gerente geral da Veloc Locações.

"Além disso, quando o construtor opta por locação em vez de compra, ele tem acesso a equipamentos atualizados, o que pode reduzir o risco de usar material depreciado ou inadequado para as exigências do projeto", complementa.

Na visão do especialista, existe um ponto muitas vezes subestimado na construção. Trata-se do suporte técnico na consultoria para a escolha do equipamento adequado ao projeto específico do cliente. Ele ressalta a importância do fornecedor orientar sobre quantidades, configuração e pontos de atenção para a escora daquela obra em particular.

Erick Souza diz que esse cuidado é especialmente importante no mercado alagoano, estado em que a Veloc atua e onde há tanto grandes empreendimentos na capital Maceió, no agreste em Arapiraca, litoral norte e outras obras menores no interior, cada uma com características e necessidades próprias.

"Um suporte técnico bem feito evita improvisações que custam caro: evita o excesso de escoras onde não precisa e a falta onde é crítico. Evita a remoção antecipada e o retrabalho. Em um mercado que cresce como o nosso aqui em Alagoas, quem investe em planejamento correto e no parceiro técnico certo entrega obra no prazo, com segurança e sem surpresas desagradáveis no final", finaliza o gerente geral da Veloc.

Para saber mais, basta acessar: https://veloclocacoes.com.br/

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