Veja quem bateu o martelo do pedágio na cabeça do cidadão paranaense

Veja quem bateu o martelo do pedágio na cabeça do cidadão paranaense

Eles estavam lá: os nomes por trás do pedágio que pesa no bolso do paranaenses

O modelo de pedágio implantado no Paraná não foi construído às escondidas nem decidido sem acompanhamento político e institucional. O processo contou com a presença de autoridades estaduais, federais, dirigentes de órgãos estratégicos e representantes políticos de municípios diretamente impactados pelas concessões rodoviárias. Todos acompanharam. Todos tiveram ciência.

Pelo Governo do Estado do Paraná, participaram do leilão o vice-governador Darci Piana; os secretários Guto Silva e Márcio Nunes; o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti; o presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; e o chefe de Gabinete do governador, Darlan Scalco.

Representando o Governo Federal, estiveram presentes o ministro dos Transportes Renan Filho; o secretário-executivo George Santoro; a secretária nacional de Transporte Rodoviário Viviane Esse; e o subsecretário de Sustentabilidade Cloves Benevides.

Também acompanharam o evento o presidente do Movimento Pró-Paraná, Marcos Domakoski; o diretor-geral da ANTT, Guilherme Theophilo Sampaio; e o presidente da Infra S/A, Jorge Bastos.

No âmbito político regional, estiveram presentes os deputados estaduais Fábio Oliveira, Cloara Pinheiro e Soldado Adriano José, além de prefeitos e prefeitas de municípios diretamente impactados pelas concessões, como Tiago Amaral (Londrina), Maurício Gehlen( Paranavaí) e Ivoneia Furtado( Mandaguari), entre outros gestores regionais.

Diante desse cenário, é incorreto tratar o atual modelo de pedágio como uma surpresa ou como resultado de decisões alheias ao conhecimento das lideranças políticas. As regras, os valores, o formato de cobrança e os impactos territoriais eram conhecidos no momento do leilão.

Por isso, quando a cobrança começa a pesar no cotidiano de trabalhadores, produtores, transportadores e moradores de cidades cortadas pelas rodovias concedidas, o silêncio de parte das autoridades que acompanharam todo o processo precisa ser registrado.

O Diário de Maringá entende que o debate sobre concessões rodoviárias deve ser permanente, transparente e público. Questionar o modelo, cobrar ajustes e exigir responsabilidades não é oportunismo, mas dever institucional de quem ocupa cargo público e de quem tem compromisso com a sociedade paranaense.

O silêncio, neste caso, também é uma forma de posicionamento.

Redação O Diário de Maringá

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