GCM de Maringá prende homem por descumprimento de medida protetiva no Jardim Guairacá

GCM de Maringá prende homem por descumprimento de medida protetiva no Jardim Guairacá


A GCM de Maringá prendeu um homem por descumprimento de medida protetiva e resistência na madrugada deste sábado, 2, no Jardim Guairacá. A ocorrência mobilizou a equipe ROMU da Guarda Civil Municipal após denúncia de ameaça contra uma mulher, supostamente praticada pelo próprio filho.

Segundo as informações repassadas à equipe, o acionamento ocorreu via Centro de Controle Integrado, o CCI. Ao chegar ao endereço, os guardas constataram que o homem ainda não tinha recebido ciência oficial da Medida Protetiva de Urgência. Por isso, a equipe fez a notificação formal no local e orientou o suspeito a se afastar da residência.

Inicialmente, ele deixou o imóvel. No entanto, pouco tempo depois, durante patrulhamento preventivo pelo bairro, a ROMU flagrou o homem novamente na casa. Mesmo após novas orientações, ele teria se recusado a cumprir a ordem judicial e a determinação da equipe.

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Retorno à residência levou à prisão

Diante da desobediência, os agentes deram voz de prisão ao homem. Conforme o relato da ocorrência, ele resistiu à detenção, jogou-se ao chão e gritou para chamar a atenção de vizinhos. Assim, os guardas utilizaram o uso progressivo da força para conter o suspeito, preservar a segurança da vítima e garantir a atuação da equipe.

O detido foi encaminhado à 9ª Subdivisão Policial de Maringá, onde a autoridade policial adotaria os procedimentos cabíveis e lavraria o flagrante.

Medida protetiva exige cumprimento imediato

A Medida Protetiva de Urgência existe para proteger vítimas em situação de ameaça, violência ou risco. Portanto, seu descumprimento pode gerar prisão e responsabilização criminal. Além disso, a atuação rápida das forças de segurança ajuda a evitar que conflitos familiares avancem para episódios mais graves.

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O caso registrado no Jardim Guairacá reforça a importância das denúncias e da fiscalização permanente. Quando uma vítima ou testemunha aciona os canais oficiais, o poder público consegue intervir com mais rapidez. Nesse sentido, a presença da ROMU no bairro permitiu verificar o retorno do suspeito ao imóvel e impedir novo descumprimento da ordem judicial.

A ocorrência também mostra que medidas judiciais não são apenas documentos formais. Elas produzem obrigações concretas. Portanto, quem recebe uma ordem de afastamento deve cumpri-la integralmente.

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Redação O Diário de Maringá

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