Pavimentação com padrão para sucção e descarga de asfalto

Pavimentação com padrão para sucção e descarga de asfalto


A manutenção e a ampliação da malha rodoviária brasileira dependem de equipamentos capazes de operar com asfalto quente em condições de alta temperatura e pressão. Segundo a 28ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, o Brasil possui 216.976 quilômetros de rodovias pavimentadas, dos quais 62,1% (70.896 km) ainda apresentam condições regulares, ruins ou péssimas, cenário que sustenta a demanda por operações contínuas de recapeamento e pavimentação em todo o território nacional.

O levantamento, que avaliou 114.197 quilômetros de vias, apontou que os trechos classificados como ótimos ou bons subiram de 33,0% em 2024 para 37,9% em 2025, resultado atribuído a novas concessões e ao aumento de investimentos em manutenção e modernização da malha.

Segundo José Francisco dos Santos, diretor executivo da Maxxflex, "equipamentos utilizados na distribuição de asfalto quente precisam suportar variações térmicas intensas e contato direto com derivados de petróleo sem perder a integridade estrutural, já que falhas nesses componentes comprometem o cronograma das obras e a qualidade final do pavimento".

Nesse contexto, fabricantes especializados em borracha técnica desenvolvem soluções voltadas ao transporte de materiais betuminosos. A ACSASFQ — Sucção e Descarga de Asfalto Quente — apresentada pela Maxxflex, é um exemplo de mangueira projetada para essa aplicação, com tubo interno em borracha sintética resistente à alta temperatura e a derivados de petróleo, suportando até 110°C e pressão de sucção de até 610 mm/Hg.



Conforme especificações do catálogo, o produto conta com construção enrolada e fio antiestático incorporado, reforço em lonas têxteis e espiral de arame de aço, e cobertura resistente à abrasão, temperatura, resíduos de petróleo e ozônio. Os terminais são retos ou com punhos, e a linha está disponível em diâmetros de 3/4" a 10", com pressões de trabalho de 75 e 150 PSI.

A adequação técnica dos equipamentos de distribuição de asfalto permanece um fator relevante para empresas de pavimentação, concessionárias e órgãos públicos responsáveis pela manutenção viária no país.

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