Terminologia correta é a chave para inclusão

Falar um termo desatualizado ou incorreto, mostra que a comunidade não está atualizada sobre o tema, evidenciando a exclusão social por falta de atenção quando os termos mudam, que acontece conforme o tempo, pois muitas vezes a terminologia torna-se inadequada. Os termos são considerados corretos em função de certos valores e conceitos de cada sociedade e em cada ciclo da vida..
Eduardo Ramires, CEO da Broder, diz que a mudança vem para abraçar cada vez mais pessoas. “Primeiramente, todos nós gostamos de ser chamados pelo próprio nome, e as pessoas com deficiência não são diferentes. Segundo, que ao longo do tempo houve mudanças na nomenclatura, então, eu, Eduardo, passei por termos como pessoas especiais, portadores de necessidades especiais, e atualmente o termo mais correto é pessoa com deficiência,” relata o especialista.
O maior problema criado pelo uso de termos incorretos está no fato de que as informações inexatas são imprudentemente reforçadas. Cabe a cada um procurar se atualizar e mostrar respeito, pois os termos antigos passam a ser imprecisos. Quebrar barreiras e mudar o comportamento é possível quando há conhecimento, gerando maiores oportunidades para que a inclusão das pessoas com deficiência ocorra na realidade e não só no papel.
Quando se fala em inclusão, a intenção é que a pessoa com deficiência participe em todos os setores da sociedade, em diferentes grupos sociais, se sentindo incluída e atuando com igualdade na conquista de seus direitos. Para ajudar, a Broder, Broder lançou as Pílulas de Inclusão, Acessibilidade e diversidade, onde a cada semana um tema é abordado, com mini práticas de atitudes inclusivas inseridas preiodicamente, em seu canal do YouTube. Você pode conferir no link: https://www.youtube.com/@broder-qualidadedevidaelib7690
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