Sem receber salários, vigilantes farão protesto nesta quarta-feira, às 9 horas, em frente à Delegacia de Maringá contra terceirizada do Governo Ratinho Junior
Vigilantes que atuam em contratos ligados ao Governo Ratinho Junior denunciam atraso de salários, falta de pagamento de horas extras e problemas com vale-alimentação. Segundo os trabalhadores, a empresa Essencial Segurança presta serviços para a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.
Categoria promete protesto em Maringá
De acordo com os vigilantes, a situação se arrasta há meses. No entanto, neste mês, o problema ficou mais grave. Até esta terça-feira, dia 16, os trabalhadores afirmam que ainda não receberam o salário.
Além disso, eles dizem que a empresa não informou uma data clara para o pagamento. Por isso, a categoria decidiu se mobilizar em Maringá.
Os vigilantes pretendem fazer um protesto em frente à delegacia, às 9 horas da manhã. Depois, às 19 horas, o grupo deve participar de uma assembleia no Sindicato dos Vigilantes de Maringá.
Trabalhadores cobram fiscalização do Estado
A principal cobrança mira a Secretaria de Segurança Pública do Paraná. Para os vigilantes, o Governo Ratinho Junior precisa fiscalizar melhor o contrato e verificar se a empresa ainda tem condições de prestar serviço ao Estado.
Além disso, os trabalhadores afirmam que a Essencial Segurança não cumpre obrigações básicas. Entre elas estão salário em dia, horas extras e vale-alimentação.
Diante disso, a categoria defende a reavaliação do contrato. Caso o governo confirme os problemas, os vigilantes pedem o rompimento com a empresa.
Terceirização volta ao centro do debate
O caso reacende a discussão sobre a terceirização no serviço público. Embora a empresa privada contrate os vigilantes, o Estado precisa acompanhar a execução do contrato.
Na prática, quando uma terceirizada atrasa salários ou benefícios, o problema atinge diretamente os trabalhadores. Afinal, muitas famílias dependem desse pagamento para manter despesas básicas.
Além disso, contratos públicos exigem fiscalização constante. Por esse motivo, os vigilantes cobram uma resposta rápida da Secretaria de Segurança Pública.
Vigilantes querem solução imediata
Agora, a categoria quer providências do Governo Ratinho Junior, da Secretaria de Segurança Pública e dos demais contratantes. Os trabalhadores afirmam que não aceitam mais promessas.
Eles também defendem que a Essencial Segurança entregue os contratos, caso não tenha condições financeiras de cumprir suas obrigações. Para os vigilantes, outra empresa deve assumir os serviços e garantir os direitos dos funcionários.
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