Direita, esquerda ou centrão? O Brasil precisa mesmo é de gente centrada
Política não pode dividir o país
O Brasil não precisa de uma política que divida as pessoas em grupos, rótulos ou lados fechados. Não precisamos de uma política feita apenas para homens ou mulheres, trabalhadores ou empresários, industriais ou servidores, negros ou brancos, homossexuais ou heterossexuais, evangélicos, católicos ou pessoas de qualquer outra crença.
Antes de tudo, precisamos de uma política feita por pessoas que entendam uma coisa simples: todos são iguais perante a lei.
O Estado deve proteger todos
A cor, a fé, a classe social, a orientação sexual ou a profissão de alguém não podem excluir ninguém do debate público nem do amparo do Estado brasileiro.
O Estado deve proteger direitos, garantir dignidade e atender a população quando ela mais precisa. Portanto, o bom político não deve governar apenas para o seu grupo. Ele deve governar para todos.
Da mesma forma, o bom cidadão não deve enxergar o outro como inimigo por pensar diferente, viver diferente ou acreditar de outra forma.
O que significa ser centrado
É aí que entra o cidadão centrado. Ser centrado não significa ficar em cima do muro, nem deixar de ter opinião. Pelo contrário.
O cidadão centrado pensa antes de julgar, escuta antes de atacar e analisa cada situação pelo bem que ela pode gerar para a sociedade.
Ele não defende uma ideia apenas porque veio da direita, da esquerda ou do Centrão. Ele apoia aquilo que faz sentido, respeita a lei e melhora a vida das pessoas.
O Brasil é maior que qualquer partido
O cidadão centrado entende que o Brasil é maior do que qualquer partido, ideologia ou grupo político.
Além disso, ele sabe que uma proposta boa merece reconhecimento, mesmo quando vem de quem pensa diferente. Também sabe que uma proposta ruim merece crítica, mesmo quando vem de quem ele apoia.
O Brasil é formado por seres humanos. Por isso, todo ser humano merece respeito, proteção e oportunidade.
Diálogo, equilíbrio e justiça
A política de verdade não pode servir como instrumento de exclusão. Ela precisa abrir caminho para o diálogo, o equilíbrio e a justiça.
Afinal, quando o Estado abandona uma pessoa por preconceito, omissão ou interesse político, ele deixa de cumprir sua missão.
Mais do que direita, esquerda ou Centrão, o país precisa de gente centrada. Gente que pense no bem comum. Gente que entenda que nenhuma diferença deve estar acima da dignidade humana.
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