Fabinho empurra dívida da previdência para frente e servidores ficam com a preocupação
A manobra do prefeito Fabinho deu certo em Lobato. Com apoio da Câmara, inclusive dos vereadores servidores públicos Luciano e Tiara Kelli, a gestão conseguiu aprovar a renegociação dos aportes ao fundo de aposentadoria dos servidores municipais.
No entanto, a aprovação não encerra o problema. Pelo contrário, ela aumenta a preocupação sobre o futuro da previdência dos servidores.
Pergunta que fica para o próximo ano
A pergunta agora é simples: no ano que vem, Fabinho vai novamente deixar de fazer os aportes ao fundo de aposentadoria?
Além disso, existe outro ponto que precisa ser cobrado. O prefeito vai repetir a prática deste ano, renegociar a dívida e, mais uma vez, empurrar o pagamento para frente?
Servidores podem pagar a conta
A situação preocupa porque não envolve apenas números em uma planilha. O tema atinge diretamente a vida financeira de servidores que trabalharam por anos para a Prefeitura de Lobato.
Esses servidores contribuíram, prestaram serviço ao município e agora precisam de segurança para receber sua aposentadoria no futuro.
Responsabilidade também é da Câmara
Além da gestão Fabinho, os vereadores que aprovaram a manobra também precisam responder politicamente por essa decisão. Afinal, quando a Câmara avaliza esse tipo de medida, ela ajuda a transferir o problema para o futuro.
O caso chama ainda mais atenção porque Luciano e Tiara Kelli são servidores públicos. Portanto, deveriam compreender melhor o risco que esse tipo de decisão representa para toda a categoria.
Fundo de aposentadoria exige compromisso
O problema é fácil de entender. Se a Prefeitura não paga o que deve ao fundo, essa conta não desaparece. Ela apenas cresce e pode comprometer os próximos anos.
Por isso, o fundo de aposentadoria não pode virar ferramenta para aliviar momentaneamente o caixa da Prefeitura.
Alerta para Lobato
Fabinho conseguiu aprovar sua estratégia. Porém, a população e os servidores precisam acompanhar de perto os próximos passos da gestão.
Se a Prefeitura deixar de fazer novos aportes e voltar a renegociar no próximo ano, ficará cada vez mais claro que Lobato pode estar diante de uma bomba-relógio previdenciária.
No fim, a pergunta continua sem resposta: quem vai pagar a conta dessa manobra no futuro?
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