BOMBA EM PAIÇANDU: Ismael Batista e Thiago Céfalo gastam R$ 1,3 milhão em remédios e moradores perguntam: onde estão os medicamentos?

BOMBA EM PAIÇANDU: Ismael Batista e Thiago Céfalo gastam R$ 1,3 milhão em remédios e moradores perguntam: onde estão os medicamentos?


Golpe contra a população?

A população de Paiçandu está indignada com a compra milionária de medicamentos realizada pela Fundação de Saúde nos últimos quatro meses.

Segundo dados do Portal da Transparência da Prefeitura de Paiçandu, o secretário de Saúde, Thiago Céfalo, e sua equipe gastaram mais de R$ 1,3 milhão na compra de medicamentos das empresas Pro-Saúde e Cirúrgica Companny nesse período.

Entretanto, apesar do investimento milionário, moradores continuam reclamando da falta de medicamentos na Farmácia Municipal e nas unidades de saúde.

Por isso, a pergunta se espalhou pela cidade:



Como a Prefeitura gastou mais de R$ 1,3 milhão em remédios e, ainda assim, continua faltando medicamento para a população?

Além disso, a indignação aumentou tanto que alguns moradores já discutem a possibilidade de procurar o Ministério Público e o Gaeco para pedir apurações sobre o caso.

Nos bastidores da cidade, circulam rumores sobre compras em quantidade acima da necessidade do município e sobre medicamentos com prazo de validade próximo do vencimento.

Até o momento, nenhuma investigação oficial confirmou essas informações.

Mesmo assim, os questionamentos continuam crescendo.

Afinal, muitos moradores não conseguem entender como uma compra tão grande pode resultar em falta de medicamentos poucos meses depois.

Por isso, parte da população pede uma análise detalhada das compras realizadas.

Os moradores querem saber se as quantidades seguiram o histórico de consumo do município.

Além disso, eles querem confirmar se todos os medicamentos chegaram às unidades de saúde.

Também desejam saber se os produtos possuíam prazo de validade adequado.

Caso exista qualquer irregularidade, os órgãos responsáveis devem agir rapidamente.

Afinal, desperdício ou desvio de recursos públicos prejudica diretamente quem depende da saúde pública.

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A conta não fecha

Basta abrir as redes sociais para encontrar reclamações sobre falta de medicamentos, consultas e exames.

Além disso, muitos moradores afirmam enfrentar dificuldades para conseguir atendimento na rede municipal.

Diante desse cenário, o secretário Thiago Céfalo precisa apresentar respostas claras para a população.

Os moradores querem saber:

  • Qual modalidade de contratação a Secretaria utilizou?
  • Quais medicamentos a Prefeitura comprou?
  • Onde esses medicamentos estão armazenados?
  • Qual é o prazo de validade dos produtos?
  • Quantos medicamentos chegaram aos pacientes?
  • Por que continuam as reclamações sobre falta de remédios?

Essas perguntas são simples e merecem respostas objetivas.

Redução do orçamento ou aumento da fiscalização?

Nos últimos meses, integrantes da administração municipal afirmaram que a redução do percentual de remanejamento poderá prejudicar a saúde do município.

Entretanto, vereadores e parte da população defendem outro entendimento.

Segundo eles, a medida não busca travar a Prefeitura.

Pelo contrário.

Os parlamentares querem aumentar a fiscalização sobre os gastos públicos.

Além disso, eles querem impedir movimentações financeiras sem critérios claros.

Na prática, a Câmara deseja garantir que o dinheiro da população chegue primeiro às prioridades da cidade.

Por isso, muitos vereadores afirmam que não pretendem entregar um cheque em branco ao prefeito Ismael Batista e aos secretários municipais.

Mais controle e mais transparência

Os vereadores defendem uma participação maior da Câmara nas decisões financeiras do município.

Segundo eles, o prefeito deve explicar melhor as mudanças no orçamento antes de movimentar grandes valores entre secretarias.

Dessa forma, a população acompanha melhor o destino do dinheiro público.

Além disso, o Legislativo consegue exercer sua função de fiscalização.

Fiscalizar não significa perseguir o prefeito.

Fiscalizar significa proteger o dinheiro do contribuinte.

Contratos milionários também entram no debate

Outro assunto que gera questionamentos envolve os pagamentos realizados à L7 Construtora Ltda., empresa ligada a Leandro Aparecido André.

Segundo dados do Portal da Transparência, a empresa recebeu aproximadamente R$ 12,93 milhões da Prefeitura entre 2021 e 2026.

Os pagamentos ocorreram da seguinte forma:

  • 2021: R$ 233.889,41;
  • 2022: R$ 4.558.028,41;
  • 2023: R$ 2.548.207,78;
  • 2024: R$ 3.428.652,60;
  • 2025: R$ 1.319.946,89;
  • 2026: R$ 845.704,84.

Consequentemente, parte da população passou a defender uma fiscalização ainda mais rigorosa sobre contratos e obras públicas.

O que os moradores cobram

Basta conversar com os moradores para identificar as principais reclamações.

Entre elas aparecem:

  • falta de medicamentos;
  • demora em consultas;
  • dificuldade para realizar exames;
  • escolas precisando de reformas;
  • quadras esportivas deterioradas;
  • professores cobrando o piso do magistério;
  • motoristas de ambulâncias e do transporte escolar reclamando de desvalorização;
  • gastos elevados com festas e eventos.

Por isso, cresce a cobrança por prioridades mais claras na aplicação dos recursos públicos.

Primeiro, a população quer serviços funcionando.

Depois, a cidade pode discutir outras despesas.

Fiscalização fortalece a cidade

Os vereadores afirmam que a redução do percentual de remanejamento não pretende impedir a administração municipal de trabalhar.

Na verdade, eles defendem exatamente o contrário.

Segundo os parlamentares, a medida fortalece a fiscalização e melhora a qualidade dos gastos públicos.

Além disso, ela impede movimentações financeiras sem debate e sem acompanhamento da Câmara.

Na visão dos vereadores, quanto maior o controle, menor o risco de desperdícios.

Da mesma forma, aumenta a possibilidade de investir primeiro nas necessidades reais da população.

Por isso, os parlamentares resumem a discussão em uma frase simples:

reduzir o remanejamento não significa travar o prefeito Ismael Batista ou o secretário Thiago Céfalo; significa garantir que o dinheiro público seja aplicado primeiro nas prioridades de Paiçandu e não apenas nas prioridades da administração de plantão.

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Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Perfil Profissional: Gilmar Ferreira (MTB 0011341/PR) Gilmar Ferreira consolida uma carreira multifacetada como jornalista, apresentador de programas de TV e mestre de cerimônias, unindo o rigor da investigação à fluidez da comunicação ao vivo. Com atuação destacada no Paraná e Santa Catarina, ele imprime autoridade técnica e sensibilidade humana em cada projeto que lidera. Atuação Estratégica Atual Diretor de Redação: O Diário de Maringá. Comentarista: Programa Paraná Cidadesno Canal 10.1 e RDR FM 93,3. Mestre de Cerimônias: Atuação oficial em eventos de destaque no Estado do Paraná. Experiência em Televisão Reconhecido pela presença de vídeo e condução de pautas complexas, Gilmar atuou como apresentador de programas e âncora nas seguintes emissoras: TV Maringá (Band) RIC TV Maringá (Record) Record News (Rede Mercosul) RTV 10 Maringá Trajetória no Rádio Com passagens por emissoras líderes de audiência, sua voz é referência em informação e entretenimento: Paraná: Jovem Pan FM, Metropolitana FM, Rede de Rádios, Globo FM, Rádio Colorado AM e Eden FM. Santa Catarina: Rádio Menina FM e Rádio Globo AM (Blumenau)

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