Perguntar virou crime? Edivaldo Magro esclarece ida à delegacia

Perguntar virou crime? Edivaldo Magro esclarece ida à delegacia


Jornalista afirma que compareceu à 9ª Subdivisão Policial acompanhado por Kim Rafael, advogado da Jovem Pan Maringá e comentarista da emissora

O jornalista Edivaldo Aparecido Magro contestou a informação distorcidas que a polícia o teria detido e, posteriormente, liberado para responder a um processo em liberdade após a aplicação do Estatuto da Pessoa Idosa.

Segundo Magro e seu advogado, essa versão não corresponde aos fatos. O jornalista afirma que compareceu à 9ª Subdivisão Policial de Maringá apenas para prestar esclarecimentos. De acordo com a defesa, a polícia não o prendeu nem o manteve detido.

Edivaldo Magro compareceu à unidade policial acompanhado de Kim Rafael, advogado da Jovem Pan Maringá e comentarista da emissora.



Publicação em grupos deixa espaço para especulação e distorções Veja:

O texto divulgado sobre o episódio recebeu o título “Idoso detido é liberado para responder a processo em liberdade após aplicação do Estatuto do Idoso”.

A publicação afirmou que Edivaldo Magro fou conduzido à delegacia e que o Estatuto da Pessoa Idosa teria garantido sua liberação. Edivaldo foi com sua livre iniciativa não vou conduzido, foi acompanhado pelo se Advogado.

Não houve detenção, prisão ou liberação fundamentada no estatuto. Magro afirma que compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos após uma denúncia apresentada pelo atual diretor do Aeroporto Regional de Maringá.

Perguntas ao diretor do aeroporto motivaram o episódio

Com mais de 30 anos de atuação na imprensa, Edivaldo Magro também trabalha como comentarista da Jovem Pan Maringá.

Segundo o jornalista, o episódio começou depois que ele fez perguntas sobre o atual diretor do Aeroporto Regional de Maringá. Magro questionou por qual motivo o diretor supostamente utilizaria um veículo blindado e se procedia a informação de que estaria armado.

Magro afirma que buscava esclarecer comentários que circulavam nos bastidores. O jornalista não apresentou essas informações como fatos confirmados. Ele formulou as perguntas para que o próprio diretor pudesse confirmar ou negar os relatos.

De acordo com Magro, após os questionamentos, o diretor registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra ele. Em razão do procedimento, o jornalista compareceu à delegacia, acompanhado de seus advogados, e prestou os esclarecimentos solicitados.

O que é um Termo Circunstanciado de Ocorrência

O Termo Circunstanciado de Ocorrência é um registro simplificado usado para apurar fatos classificados, em princípio, como infrações penais de menor potencial ofensivo.

O registro de um TCO não representa condenação nem comprova, por si só, a prática de um crime. As autoridades ainda precisam apurar os fatos, analisar as provas e assegurar o direito de defesa aos envolvidos.

Questionamentos fazem parte da atividade jornalística

Questionar autoridades, dirigentes de órgãos públicos e ocupantes de cargos de interesse coletivo integra a atividade jornalística. O trabalho inclui apurar informações, conferir comentários de bastidores e oferecer à pessoa citada a oportunidade de apresentar sua versão.

Uma pergunta não significa que o jornalista confirmou determinado fato. Nesse caso, Edivaldo Magro afirma que procurava justamente confirmar ou afastar informações que ainda não tinham comprovação.

Da mesma forma, a apresentação de uma denúncia não comprova automaticamente a prática de crime. Qualquer responsabilização depende da apuração dos fatos, da análise das provas e do respeito ao direito de defesa.

Nós, de O Diário de Maringá, confirmamos que Edivaldo Magro compareceu à 9ª Subdivisão Policial de Maringá apenas para prestar esclarecimentos. Qualquer versão diferente desta constitui mera especulação.

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Redação O Diário de Maringá

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