Pobreza na Argentina sobe para 32,3% sob governo de Milei, aliado de Flávio Bolsonaro
Índice avançou 4,1 pontos percentuais no primeiro semestre de 2026. O presidente argentino participou do lançamento da candidatura de Flávio à Presidência do Brasil.
Por Gilmar Ferreira
A pobreza atingiu 32,3% da população argentina no primeiro semestre de 2026, alta de 4,1 pontos percentuais em relação ao resultado anterior. O Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec) divulgou os dados na quinta-feira (24), segundo o UOL. O levantamento retrata a situação social do país governado pelo presidente Javier Milei, aliado político do candidato brasileiro Flávio Bolsonaro (Partido Liberal). economia.uol.com.br
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A taxa interrompe uma trajetória de queda registrada desde 2024. Naquele ano, a pobreza havia alcançado 52,9% da população. Depois, recuou até 28,2%, antes de voltar a subir no primeiro semestre de 2026. economia.uol.com.br
Indigência chega a 7,5%
A indigência também aumentou e atingiu 7,5% da população. Nessa condição estão as pessoas cuja renda não cobre uma cesta básica composta apenas por alimentos, estimada em cerca de US$ 150. economia.uol.com.br
Entre as crianças argentinas de até 14 anos, a pobreza chegou a 44,5%. A indigência atingiu 10,8% dessa faixa etária. economia.uol.com.br
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Milei declarou apoio a Flávio Bolsonaro
O vínculo político entre Milei e Flávio Bolsonaro é público. O presidente argentino participou, em julho, da convenção do Partido Liberal que lançou a candidatura do senador à Presidência do Brasil e manifestou apoio a ele. A aliança dá relevância ao debate sobre os indicadores sociais argentinos na campanha brasileira, embora os dados de pobreza, por si só, não estabeleçam a causa da alta.



