Os pés de banana foram obra da inteligência artificial; já os buracos são reais, resultado da falta de obras do governo Ratinho Junior e da prefeita Geny Violatto

Os pés de banana foram obra da inteligência artificial; já os buracos são reais, resultado da falta de obras do governo Ratinho Junior e da prefeita Geny Violatto

O Paraná descobriu sua verdadeira vocação econômica, mas ela não está nos comerciais de TV gerados por Inteligência Artificial. Enquanto o marketing do governo estadual desenha rodovias de primeiro mundo no mundo virtual, a realidade física das nossas ruas oferece um solo fértil para o deboche. Cansados de esperar pelo piche que nunca chega, moradores decidiram que, se o governo não tapa o buraco, a natureza resolve. A moda agora pode ser plantar bananeiras em plena via pública, unindo o descaso de prefeitos e do governador Ratinho Junior à produção agrícola urbana.

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Uma tradição em exportar “Políticos Bananas”

Contudo, precisamos ser justos com a história da nossa terra: o Paraná já exporta “bananas” há décadas, especialmente de dentro dos gabinetes climatizados. O estado possui uma linhagem antiga de “políticos bananas”, sujeitos que, diante dos problemas reais do povo, demonstram a firmeza de uma fruta madura sob o sol do meio-dia. Esses representantes, especialistas em dobrar a coluna conforme o vento do poder, agora encontram nos buracos das ruas o habitat perfeito para sua reprodução. Afinal, nada combina mais com um político sem fibra do que uma cratera aberta por pura falta de gestão.

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O perigo da inflação da fruta no asfalto

Entretanto, nossa redação emite um alerta urgente aos economistas sobre essa nova tendência botânica nas ruas. Como o estado possui mais buracos do que habitantes, a procura por mudas de bananeira atingirá níveis apocalípticos nos próximos dias. Pela lei da oferta e da procura, o preço da fruta vai subir tanto que ela se tornará o novo ouro paranaense. O cidadão, que já perdeu o pneu na “cratera do prefeito”, agora terá que pagar o preço de um filé mignon por um cacho de nanica.

A maior potência frutífera do planeta

Por outro lado, há um brilho de esperança nesse mar de lama e brita solta. Dada a velocidade glacial com que as prefeituras e o governo Ratinho Junior realizam operações tapa-buracos, essas mudas terão décadas para crescer. Em breve, o Paraná não precisará mais de ferrovias modernas; seremos o maior exportador de bananas do mundo, colhidas diretamente do asfalto. Se a propaganda virtual da TV continuar assim, nossas ruas serão as únicas onde o GPS indicará “vire à esquerda após o terceiro bananal administrativo”.

Redação O Diário de Maringá

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