GCM de Maringá apreende caminhonete adulterada e identifica proprietário com mandado por estelionatoROMU
A GCM de Maringá apreendeu uma caminhonete adulterada na tarde desta segunda-feira (4), no Jardim Ipanema, nas proximidades da Avenida Nildo Ribeiro. A ação também revelou que o proprietário registrado do veículo tinha mandado de prisão em aberto por estelionato, conforme informou a Comunicação Social da Secretaria de Segurança de Maringá.
Durante patrulhamento preventivo, a equipe da ROMU visualizou a caminhonete estacionada de forma irregular. Em seguida, os agentes consultaram a placa no sistema e identificaram a ordem judicial contra o proprietário registrado.
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Funcionário dirigia o veículo no momento da abordagem
No momento da ocorrência, um funcionário conduzia a caminhonete para realizar entregas. A equipe fez revista pessoal, consultou os dados do trabalhador e não encontrou nada ilícito contra ele.
Além disso, o funcionário colaborou com a abordagem e acionou o patrão para comparecer ao local.
Proprietário de garagem alegou intermediação da venda
Ao chegar, o proprietário de uma garagem de revenda afirmou que apenas intermediava a venda do veículo para um terceiro. Segundo ele, a caminhonete já apresentava suspeitas documentais e técnicas.
Ele também declarou que retirou o anúncio da internet depois que um laudo apontou irregularidade na gravação do chassi.
Semob confirmou sinais de adulteração
Para esclarecer a situação, a GCM acionou a equipe da Semob, Secretaria de Mobilidade Urbana. Após análise técnica, os agentes confirmaram divergências importantes na identificação do veículo.
A numeração de um dos vidros não coincidia com os demais. Além disso, a gravação do chassi estava fora dos padrões. Já a numeração do motor estava ilegível, o que impediu a identificação original da caminhonete.
Diante das irregularidades, a GCM apreendeu o veículo. Logo depois, o condutor e a caminhonete foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Maringá, onde o caso seguirá sob investigação.
A apuração deverá esclarecer a origem da caminhonete, a responsabilidade sobre as adulterações e a relação entre o veículo e os envolvidos na negociação.




