Denúncia grave: policial militar aponta colega de corporação como autor de estupro

Denúncia grave: policial militar aponta colega de corporação como autor de estupro


Uma policial militar denunciou o soldado Leonardo Semkiw Staniszewski, também integrante da Polícia Militar, por estupro. A denúncia consta no Boletim de Ocorrência nº 761095/2026, registrado junto às autoridades policiais do Paraná.

Segundo o documento, a policial relatou que sofreu violência sexual no dia 7 de junho de 2026. Portanto, o caso agora deve passar por investigação, com análise de depoimentos, exames e demais provas.

Além disso, esta reportagem apresenta apenas as informações descritas no boletim. O policial citado tem direito à defesa, ao contraditório e à manifestação sobre os fatos.

O que consta no boletim

De acordo com o BO nº 761095/2026, a policial saiu com amigas na noite anterior e publicou uma foto no Instagram. Depois disso, o soldado Leonardo teria enviado mensagens e feito convite para sair.

Em seguida, a vítima informou seu endereço residencial. O policial, então, foi até o local em um Jetta preto. Na sequência, os dois seguiram até o bairro Atuba, em Curitiba.

Ainda conforme o relato, a policial afirmou que, durante o encontro, pediu para interromper o ato sexual. No entanto, segundo ela, o policial não respeitou sua vontade.

O rato roeu a Ponte de Guaratuba? TCE aponta possível sobrepreço de R$ 14,9 milhões em aditivos

Retorno à residência

Depois do ocorrido, a vítima pediu para voltar para casa. Conforme o boletim, o policial apresentava sinais de embriaguez e resistiu inicialmente ao pedido. Mesmo assim, ele acabou levando a policial até a residência dela.

Ao chegar ao imóvel, o soldado afirmou que não tinha condições de dirigir até a própria casa. A policial disse que, em um primeiro momento, negou a entrada dele. Porém, após insistência, permitiu que ele entrasse para tomar banho e descansar por pouco tempo.

Relato durante a manhã

Pela manhã, a policial acordou, tomou banho e pediu novamente para que o soldado fosse embora. Entretanto, ele pediu para ficar mais um pouco. A vítima permitiu a permanência.

Logo depois, segundo o BO nº 761095/2026, a policial adormeceu. Por volta das 9h20, ela acordou e relatou que o colega praticava ato sexual sem seu consentimento.

Ainda segundo a vítima, ela tentou reagir, mas o policial a impediu. Após o episódio, ele deixou a residência pouco depois e não fez novo contato.

Vítima procurou ajuda

A policial relatou medo e vergonha de denunciar. Entretanto, decidiu procurar ajuda após perceber sangramento.

Segundo o boletim, ela preservou as roupas que usava no momento dos fatos. Além disso, a equipe policial encaminhou a vítima à Casa da Mulher Brasileira.

No local, a equipe de plantão ouviu a policial. Depois, ela recebeu encaminhamento para atendimento médico, com guia de lesão corporal emitida pela delegacia.

Investigação deve apurar o caso

Agora, as autoridades devem apurar o caso com base no boletim, nos depoimentos, nos exames médicos e em outros elementos de prova.

Até o momento, a denúncia se baseia no relato registrado no BO nº 761095/2026. Por isso, qualquer conclusão depende da investigação oficial. O espaço permanece aberto para manifestação da defesa do policial citado.

Crédito: Imagem da Manchete feita por Ia para ilustrar matéria.

Baixe o aplicativo da TV Diário para o seu smartphone.
aqui

TV Diário
Redação O Diário de Maringá

Redação O Diário de Maringá

Notícias de Maringá e região em primeira mão com responsabilidade e ética

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *