Jacovós elogia Justiça Eleitoral por recolher bandeiras irregulares em Maringá
Deputado elogia atuação da Justiça Eleitoral e questiona candidatos que, segundo ele, desrespeitam as regras de propaganda nas ruas.
O deputado estadual Delegado Jacovós, elogiou a atuação da Justiça Eleitoral de Maringá e criticou a instalação irregular de bandeiras de campanha. Na declaração, o parlamentar afirmou que materiais colocados em canteiros, cruzamentos e rotatórias prejudicam a visibilidade dos motoristas.
“Primeiramente, cumprimentar e parabenizar a Justiça Eleitoral de Maringá”, declarou, ao mencionar a determinação de recolher materiais irregulares.
A manifestação ocorre em meio à fiscalização da propaganda eleitoral na cidade. A Justiça Eleitoral realizou uma nova operação na noite de quarta-feira, 30 de setembro, para recolher wind banners instalados fora do horário permitido. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) encaminhou um ofício à Justiça Eleitoral sobre materiais que obstruíam a visão dos motoristas.
Jacovós afirmou que as bandeiras irregulares chegam a causar acidentes.
Deputado questiona quantidade de material nas ruas
O parlamentar disse que recebe perguntas sobre a quantidade reduzida de wind banners de sua campanha em Maringá. Segundo ele, sua estratégia difere da adotada por candidatos que espalham grande volume de bandeiras pela cidade.
“Eu tenho pouquíssimos wind banners”, afirmou. “Minha campanha é diferente.”
Jacovós também alegou que há candidato que informa uma tiragem de cem unidades, mas mantém mais de mil wind banners nas ruas.
“Imagina o que farão depois como deputados”
Ao dirigir sua crítica aos responsáveis pela propaganda irregular, Jacovós questionou a conduta de quem disputa um mandato legislativo e, segundo ele, descumpre as regras durante a campanha.
“Se eles fazem isso agora, antes de serem eleitos, imagina o que farão depois como deputados”, declarou.
O deputado afirmou que não instalou bandeiras irregulares e defendeu o recolhimento dos materiais que desrespeitam as normas. AJacovós classificou a situação como “uma vergonha” e voltou a cobrar dos candidatos conhecimento da legislação.



