Fabinho pode estar armando uma bomba-relógio para os próximos prefeitos de Lobato
O projeto do prefeito Fabinho, em Lobato, exige atenção dos vereadores e da população. A proposta quer parcelar a dívida da Prefeitura com o fundo que paga a aposentadoria dos servidores públicos.
O prazo preocupa. Segundo as informações apresentadas, o parcelamento pode chegar a 260 vezes. Isso representa mais de 21 anos de pagamento.
Com isso, Fabinho faz o acordo agora, mas os próximos prefeitos terão que pagar a conta.
Prefeitura empurra a dívida para frente
A Prefeitura já parcela essa dívida há cinco anos. Agora, a gestão quer parcelar de novo uma conta que já entrou em parcelamento antes.
Na prática, a conta não desaparece. Ela apenas muda de data e continua crescendo.
Servidores podem pagar o preço
O fundo previdenciário garante aposentadorias e pensões dos servidores públicos de Lobato. Por isso, a Prefeitura precisa manter os repasses em dia.
Quando a gestão deixa a dívida crescer, o fundo perde força. Com o tempo, aposentados, pensionistas e servidores ativos podem sofrer as consequências.
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Dinheiro extra não quitou a dívida
Outro ponto exige explicação. Segundo os questionamentos, a Prefeitura recebeu mais de R$ 3 milhões em imposto ligado à venda de uma fazenda.
Esse tipo de dinheiro não entra todo ano. Mesmo assim, a gestão não teria usado nenhum valor para reduzir a dívida da previdência.
Vereadores precisam se posicionar
Agora, a Câmara precisa agir com responsabilidade. Os vereadores devem cobrar números claros, documentos, impacto financeiro e explicações sobre os parcelamentos anteriores.
A cobrança pesa ainda mais sobre vereadores que também são servidores públicos, como Fernando, Roseli, Tihara Keli e Luciano.
Eles vão defender o fundo previdenciário ou vão aceitar uma dívida de mais de 21 anos?
Lobato precisa de resposta
O projeto resolve o problema ou apenas joga a conta para os próximos prefeitos?
Essa é a pergunta que a população precisa fazer antes da votação. Em Lobato, Fabinho pode estar armando uma bomba-relógio para quem vier depois.
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