Depois do problema com helicóptero, Sandro Alex poderia conhecer o Paraná pelas rodovias
Depois do problema técnico que obrigou o helicóptero que transportava Sandro Alex a fazer um pouso forçado, o candidato ao Governo do Paraná poderia aproveitar a campanha para percorrer o Estado de carro.
Assim, ele teria a oportunidade de conhecer de perto as condições enfrentadas diariamente por milhares de motoristas. Um dos trajetos poderia ser a PR-317, importante ligação entre o Paraná e o Estado de São Paulo.
O prazo está acabando? Publicação de Guto Silva intriga aliados e adversários
Do lado paulista, a rodovia está duplicada há anos até Presidente Prudente. No Paraná, porém, a realidade é diferente. O trecho não oferece a mesma estrutura e registra acidentes com frequência. Além disso, mortes são registradas de forma recorrente ao longo da rodovia.
Por isso, a viagem poderia começar em Maringá, seguir por Iguaraçu e avançar até a região da divisa com São Paulo. Durante o percurso, Sandro Alex poderia observar os riscos enfrentados por quem utiliza a PR-317 para trabalhar, estudar ou transportar mercadorias.
A viagem também serviria para lembrar uma informação geográfica básica. Naquela região, é o Rio Paranapanema que divide o Paraná de São Paulo, e não o Rio Iguaçu, como afirmou o governador Ratinho Junior durante participação no programa Pânico.
Mobilização por Gabriel Muniz recebe resposta imediata de Ricardo Barros
Portanto, depois do pouso forçado, a campanha poderia deixar o helicóptero por alguns dias e ganhar as estradas. Pela PR-317, Sandro Alex conheceria uma das principais diferenças de infraestrutura entre os dois estados e veria de perto uma rodovia marcada por acidentes, mortes e cobranças por duplicação.
A imagem da manchete registra uma manifestação realizada no ano passado por trabalhadores da obra na rodovia. Na época, eles protestaram para cobrar o pagamento de direitos trabalhistas após a paralisação dos serviços.
Segundo informação repassada pelo Sindicato, a TCE Triunfo ainda não quitou os valores referentes ao FGTS e à multa rescisória de 40% de parte dos trabalhadores, mantendo as pendências mesmo após o encerramento da obra.



