“Comissão de Ética dorme em berço esplêndido enquanto vereadora mente na tribuna?
Até quando a Câmara de Vereadores de Maringá vai fingir que não vê as mentiras ditas pela vereadora Giselli Bianchini na tribuna? É importante lembrar que a imunidade parlamentar garante a liberdade de expressão dentro do exercício do mandato, mas não significa que um vereador pode usar a tribuna para enganar, distorcer fatos ou mentir impunemente.
O que se tem observado é preocupante: discursos que questionam a veracidade de informações, manipulação de dados e afirmações que podem induzir a população ao erro. E diante disso, cadê a Comissão de Ética da Câmara? Onde está a fiscalização que deveria zelar pela conduta dos parlamentares? A população merece respostas.
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Se entidades da sociedade civil ou cidadãos formalizarem pedidos de cassação, a legislação prevê que a Câmara precisa analisar a conduta do parlamentar. Mentiras reiteradas podem, sim, configurar quebra de decoro parlamentar, e a Comissão de Ética tem o dever de instaurar procedimentos para apurar, notificar o vereador e, se for o caso, aplicar as sanções previstas.
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A pergunta que fica é clara: será que a Comissão de Ética da Câmara de Maringá está simplesmente dormindo em berço esplêndido, deixando passar atitudes que ferem o compromisso básico de transparência e honestidade? A cidade merece representantes responsáveis e uma fiscalização à altura da responsabilidade pública.
É hora de agir, ou continuaremos a assistir a impunidade travestida de imunidade.




