ICMS mais alto: governo Ratinho Junior faz o paranaense pagar mais imposto na conta de luz que SP, SC, RS e MS
O consumidor paranaense paga mais ICMS na conta de luz do que moradores de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Enquanto esses estados cobram entre 17% e 18%, o Paraná aplica 19% sobre a energia elétrica.
A diferença pesa diretamente no bolso das famílias, dos comerciantes, dos produtores rurais e das indústrias. Afinal, energia não é luxo. É item essencial.
“Não haverá decisões sob pressão”, afirma Luiz Neto sobre processo contra Ana Lúcia
Paraná está acima dos estados comparados
Hoje, a comparação fica assim:
| Estado | ICMS na energia elétrica |
|---|---|
| Paraná | 19% |
| São Paulo | 18% |
| Santa Catarina | 17% |
| Rio Grande do Sul | 17% |
| Mato Grosso do Sul | 17% |
Na prática, o Paraná cobra 1 ponto percentual a mais que São Paulo e 2 pontos percentuais a mais que Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.
Exibir riqueza pode afastar o parceiro ideal, alerta matchmaker internacional
ICMS da energia subiu 5,56%
Durante o governo Ratinho Junior, o ICMS da energia elétrica passou de 18% para 19%. Portanto, o aumento foi de 1 ponto percentual.
Em termos proporcionais, a alta foi de 5,56%.
O cálculo é simples:
19% – 18% = 1 ponto percentual
1 ÷ 18 = 0,0556
0,0556 x 100 = 5,56%
Ou seja, o imposto da energia subiu 5,56% em relação à alíquota anterior.
Aumento veio depois da redução nacional
O Paraná já chegou a cobrar 29% de ICMS sobre energia elétrica. Porém, em 2022, uma lei federal limitou a cobrança sobre itens essenciais, como combustíveis, comunicações e energia elétrica.
Com isso, a alíquota caiu para 18%.
Depois, o governo Ratinho Junior elevou a cobrança para 19%. Assim, o Paraná voltou a se distanciar de estados que mantêm carga menor sobre a conta de luz.
Conta de luz virou fonte pesada de arrecadação
A energia elétrica entra em praticamente tudo. Ela está na casa do trabalhador, no comércio, na indústria, na produção rural, nos hospitais, nas escolas e nos serviços públicos.
Por isso, quando o governo aumenta o imposto da energia, o impacto não fica restrito à fatura mensal. Ele também aparece no custo dos produtos, dos serviços e da produção.
Consumidor paranaense paga a conta
O discurso oficial costuma falar em equilíbrio fiscal. No entanto, quem sente o peso da decisão é o contribuinte.
Enquanto Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul cobram 17%, o Paraná cobra 19%. Assim, o Estado fica acima dos vizinhos e também supera São Paulo, que cobra 18%.
No fim, o governo Ratinho Junior mantém o Paraná entre os estados com maior ICMS sobre a energia elétrica no grupo comparado. E, mais uma vez, quem paga a diferença é o consumidor.
Baixe o aplicativo da TV Diário para o seu smartphone.
aqui
Créditos: Imagem da Mancehte feita por IA




