Até quando o poder público de Maringá ficará calado após a morte de Gabriel Muniz?

Até quando o poder público de Maringá ficará calado após a morte de Gabriel Muniz?


Pai do jovem cobra justiça, pede mobilização das autoridades e quer medidas concretas contra a combinação de álcool e direção

Gabriel Muniz, de 20 anos, morreu no dia 27 de julho, depois de lutar pela vida durante dez dias na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Santa Rita. Um motorista de 64 anos atingiu o jovem no dia 17 de julho, quando Gabriel voltava para casa.

Segundo a família, o condutor havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. A polícia o prendeu em flagrante. Depois, ele pagou fiança de R$ 3 mil e deixou a prisão.

Enquanto permanecia internado, Gabriel completou 20 anos no dia 20 de julho. Sete dias depois, ele não resistiu aos ferimentos.



Desde então, a família cobra uma manifestação do poder público de Maringá. Também pede medidas concretas para combater a combinação de álcool e direção e evitar novas mortes.

“Até quando o poder público de Maringá ficará calado diante de uma tragédia como essa?”, cobra a familia .

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“Quais medidas serão adotadas para combater a combinação de álcool e direção? O que será feito para evitar que outras mães enterrem seus filhos por causa da imprudência de quem escolhe dirigir embriagado?”, questiona a familia de Gabriel.

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Pai de Gabriel pede participação de todos os representantes

Na manhã desta sexta-feira, Paulo Alexandre, pai de Gabriel Muniz, entrou em contato com a redação de O Diário de Maringá e reforçou o pedido por justiça.

Paulo Alexandre presta suporte na área de Tecnologia da Informação ao O Diário de Maringá e é nosso amigo há quase 30 anos.

Segundo ele, o vereador Guilherme tem demonstrado solidariedade à mobilização da família. Mesmo assim, Paulo Alexandre afirma que a cobrança não pode ficar restrita a um único parlamentar.

Por isso, o pai de Gabriel pede que todos os representantes que exercem mandato façam algo para sensibilizar as autoridades e contribuir para que o caso tenha o devido acompanhamento.

O apelo alcança vereadores, deputados e outros agentes públicos. Para Paulo Alexandre, quem ocupa cargo eletivo precisa se manifestar e ajudar a impedir que a morte de Gabriel caia no esquecimento.

A família não pede vingança. Ao contrário, cobra justiça, responsabilidade e medidas capazes de evitar que outras pessoas morram por causa da combinação de álcool e direção.

Gabriel Muniz tinha 20 anos. Tinha sonhos, planos e uma vida inteira pela frente.

Agora, a pergunta segue dirigida ao poder público de Maringá: até quando as autoridades permanecerão em silêncio diante da morte de Gabriel Muniz?

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Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira Jornalista, apresentador e mestre de cerimônias | MTB 0011341/PR Gilmar Ferreira construiu sua trajetória entre redações, estúdios de televisão, emissoras de rádio e eventos. Sua experiência reúne a apuração jornalística, a apresentação ao vivo e a condução de cerimônias, com atuação no Paraná e em Santa Catarina. Atualmente, é diretor de redação de O Diário de Maringá e atua como mestre de cerimônias em eventos no Paraná e SP. Na televisão, trabalhou como apresentador e âncora na TV Maringá (Band), RIC TV Maringá (Record), Record News (Rede Mercosul) e RTV 10 Maringá. Sua trajetória no rádio inclui passagens, no Paraná, pela Jovem Pan FM, Metropolitana FM, Rede de Rádios, Globo FM, Rádio Colorado AM e Eden FM. Em Santa Catarina, atuou na Rádio Menina FM e na Rádio Globo AM, em Blumenau. Em cada formato, Gilmar leva a experiência de quem conhece a notícia desde a apuração até o momento de comunicá-la ao público.

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